Petrobras busca mostrar orçamento para fusões e aquisições em plano estratégico
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Por Marta Nogueira
RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras está fazendo esforços para detalhar orçamento para fusões e aquisições em seu Plano Estratégico (PE) 2024-2028, afirmou nesta sexta-feira o diretor executivo financeiro e de relacionamento com investidores, Sérgio Caetano Leite.
O PE está previsto para ser publicado no fim deste mês e será o primeiro sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que foi eleito em meio a expectativas de diversificação e ampliação de investimentos da Petrobras, considerando uma busca por projetos que visam a transição energética.
"A gente está fazendo esforços para dar uma noção, pelo menos contornos gerais, de 'budget' para fusões e aquisições em nosso plano", disse Leite, ao participar de videoconferência com analistas de mercado sobre os resultados da companhia no terceiro trimestre.
O executivo ponderou que muitos projetos em análise estão sob contratos de confidencialidade e terão barreiras para serem detalhados.
Leite também reiterou que a companhia tem um direcionador estratégico para estudar a ampliação de suas atividades em petroquímica, mas evitou fazer comentários que possam adiantar suas decisões relacionadas ao futuro da Braskem, na qual a Petrobras é sócia.
Segundo o executivo, a companhia segue avaliando a Braskem por dever de diligência, após a petroquímica ter recebido ofertas no mercado por fatia que pertence à Novonor.
O grupo petrolífero de Abu Dhabi Adnoc fez uma nova oferta não vinculante, no valor de 10,5 bilhões de reais, pela participação que a Novonor tem na Braskem, informou a petroquímica brasileira na quinta-feira.
Também presente na videoconferência, o diretor executivo de transição energética e sustentabilidade, Mauricio Tolmasquim, afirmou que a companhia avalia diversos projetos, incluindo aqueles já em operação ou que estejam prontos para operar, dentre outras possibilidades.
Leite comentou ainda que a empresa contratou 270 novos funcionários entre julho e setembro e estuda novas admissões.
(Por Marta Nogueira)
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