Vendas no varejo em novembro crescem e interrompem sete quedas seguidas, diz Cielo
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SÃO PAULO (Reuters) - O comércio varejista do país teve alta de 0,5% nas vendas em novembro na comparação com um ano antes, descontada a inflação, afirmou nesta segunda-feira a empresa de meios de pagamento Cielo em levantamento mensal. O crescimento interrompeu sequência de sete meses seguidos de quedas.
Em termos nominais, o varejo cresceu 4,2%, afirmou a Cielo, que pela primeira vez separou o desempenho do varejo tradicional do comércio eletrônico, em termos nominais.
Segundo a empresa, em novembro, o e-commerce cresceu 5,3% enquanto as vendas presenciais subiram 3,9% em relação ao mesmo mês de 2022.
O índice ICVA total apurado pela empresa apontou que os macrossetores de Serviços e de Bens Duráveis e Semiduráveis cresceram 1,2% e 1,1%, respectivamente. Os segmentos que mais se destacaram foram os de Turismo e Transporte e Óticas e Joalheiras.
Já o macrossetor de Bens Não Duráveis teve queda de 0,1% no faturamento. Nesse caso, o segmento de Livrarias e Papelarias teve o resultado mais negativo, afirmou a Cielo em comunicado ao mercado.
A Cielo afirmou que o desempenho das vendas no mês passado foi em parte influenciado por efeitos de calendário. "Novembro de 2023 contou com uma terça-feira a menos e uma quinta-feira a mais que o mesmo mês de 2022. Tradicionalmente, a quinta-feira é um dia mais forte para o comércio", afirmou a companhia.
Por região, o Sudeste teve a maior alta das vendas deflacionadas no varejo nacional, de 0,6%, em novembro sobre um ano antes. O Sul, apresentou incremento de 0,5% e o Centro-Oeste de 0,1%. Nordeste apresentou vendas estáveis e o Norte amargou queda de 1% nas vendas, afetado em parte pela forte seca nos rios da Amazônia que prejudicou o transporte na região.
(Por Alberto Alerigi Jr.)
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