Carro elétrico não faz sentido para o Brasil, afirma Paulo Herrmann
![]()
O uso de carros elétricos é um “grande modismo sobre a ótica brasileira”, afirmou Paulo Herrmann, ex-presidente da John Deere Brasil, no Conexão Campo Cidade desta semana. Na edição, ele liderou uma discussão sobre a viabilidade desses veículos no contexto brasileiro, destacando os desafios únicos enfrentados pelo país na adoção dessa tecnologia.
Clique aqui para assisitr ao conteúdo completo
Herrmann argumenta que a tendência dos carros elétricos, embora popular em muitos países, pode não ser adequada para o Brasil. Ele aponta para a matriz energética do Brasil, fortemente dependente de hidroelétricas, já sofre com irregularidade das chuvas e entra na chamada “bandeira vermelha” com frequência. Por isso, o constante uso de eletricidade para recarga de veículos pode tornar a insuficiência de energia uma barreira significativa.
Além disso, ele aborda a longa relação do Brasil movidos a etanol e os veículos flex. Herrmann questiona a necessidade de buscar alternativas como a mobilidade elétrica, dada a eficiência e sustentabilidade do etanol.
Um ponto crítico levantado é a problemática das baterias de carros elétricos. Essas baterias, que são pesadas e têm um destino final incerto, além de levantar questões sobre a extração dos minérios necessários para sua produção, são vistas como um desafio ambiental e logístico.
Assista abaixo ao vídeo do comentário durante o programa:
0 comentário
Taxa de mistura de 50% de biodiesel entra em vigor na Indonésia
Produção de etanol de cereais deve alcançar 10 bilhões de litros e inaugura nova fase da bioenergia brasileira
Chuvas sustentam preços do etanol nas usinas de SP, diz Cepea
Governo adia reunião do CNPE que discutiria aumento da mistura de etanol na gasolina
Governo confirma E32 e amplia mistura de etanol na gasolina a partir de quarta-feira
Maior competitividade do etanol hidratado mantém mercado aquecido no Centro-Sul