Bolsas abrem a terça-feira com futuros do milho em baixa
![]()
A terça-feira (30) começa com os preços futuros do milho operando no campo negativo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 63,13 e R$ 63,90 por volta das 10h14 (horário de Brasília).
O vencimento março/24 era cotado à R$ 63,85 com queda de 0,44%, o maio/24 valia R$ 63,90 com baixa de 0,42%, o julho/24 era negociado por R$ 63,81 com perda de 0,30% e o setembro/24 tinha valor de R$ 63,13 com alta de 0,19%.
De acordo com a análise da Grão Direto “entrando em fevereiro com o mercado tendo enfrentado frequentes baixas e sem conclusões definitivas sobre o que esperar da oferta atual, a improbabilidade de movimentos fortes de demanda poderão trazer mais uma semana de baixa para o milho”.
Mercado Externo
Na Bolsa de Chicago (CBOT) os preços internacionais do milho futuro também abriram as atividades dessa terça-feira com recuos sendo registrados por volta das 09h56 (horário de Brasília).
O vencimento março/24 era cotado à US$ 4,37 com desvalorização de 3,00 pontos, o maio/24 valeu US$ 4,48 com perda de 2,50 pontos, o julho/24 era negociado por US$ 4,57 com baixa de 2,00 pontos e o setembro/24 tinha valor de US$ 4,63 com queda de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Successful Farming, os futuros de grãos caíram nas negociações da noite para o dia em meio à ampla oferta global.
Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira (29):
+ Preços futuros do milho abrem a semana caindo quase 2% na B3
0 comentário
B3 abre a semana saltando mais de 1% e milho bate os R$ 82,00 no vencimento março/27
Exportação de milho na última semana supera o reporte anterior e Brasil já embarcou 3,4 milhões de toneladas
Futuros do milho têm altas acima de 1% nesta segunda-feira, com março/27 passando os R$ 82,00
Com Pro Farmer prevendo menos produção de milho nos EUA, Chicago abre a segunda-feira em disparada
AgRural: Colheita da safrinha de milho 2026 alcança 92% da área no Centro-Sul do Brasil
Milho/Cepea: Retração vendedora e cenário externo sustentam preços