Monitorando clima nas principais origens, café tem apenas ajustes nesta 4ª feira
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O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta quarta-feira (8) apenas com ajustes técnicos para os preços na Bolsa de Nova York. Já em Londres, o robusta voltou a subir de forma mais expressiva, ganhando mais de 1% neste pregão.
Julho/24 teve alta de 90 pontos, negociado por 197,55 cents/lbp, setembro/24 registrou alta de 85 pontos, cotado por 196,25 cents/lbp, dezembro/24 teve alta de 75 pontos, negociado por 195 cents/lbp e março/25 teve alta de 75 pontos, valendo 194,45 cents/lbp.
Sem novidades, o setor segue monitorando as condições nas principais origens, assim como as chuvas no Brasil e no Vietnã. "Os preços do café inicialmente caíram na quarta-feira devido à recuperação dos estoques de café da ICE, depois que os estoques de café arábica monitorados pela ICE na terça-feira atingiram o maior nível em 1 ano", afirma a análise do site internacional Barchart.
No Brasil, o produtor continua focado no início da safra, que é antecipada em boa parte das áreas de produção. Em Rondônia, já se trata de quase 30% de área colhida nas áreas dos robustas amazônicas.
Em Londres, julho/24 teve alta de US$ 36 por tonelada, negociado por US$ 3414, setembro/24 teve valorização de US$ 33 por tonelada, negociado por US$ 3338, novembro/24 teve avanço de US$ 33 por tonelada, cotado por US$ 3259 e janeiro/25 teve alta de US$ 35 por tonelada, valendo US$ 3163.
No Brasil, o mercado físico também teve um dia de ajustes nos preços.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,39% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.095,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 0,89%, cotado por R$ 1.130,00, Machado/MG teve valorização de 0,92%, valendo R$ 1.100,00 e Campos Gerais/MG teve alta de 1,39%, cotado por R$ 1.095,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 1,33% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.141,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 0,85%, valendo R$ 1.170,00 e Campos Gerais/MG teve valorização de 1,32%, valendo R$ 1.155,00.
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