Suinocultura independente: primeira semana de setembro mostra sustentação nos preços do animal
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A quinta-feira (5), quando foram realizadas as primeiras bolsas de comercialização de suínos indepentes de setembro, a visão foi de sustentação dos preços, com a tendência ainda de número de animais prontos para abate mais enxuto.
Em São Paulo, o preço ficou estável em R$ 9,07/kg vivo, segundo dados da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS).
"Apesar da redução da oferta de animais vivos, a ponta final está pressiionando os preços do abatido. Isso levou os participantes da Bolsa (produtor e frigorífico) optarem pela manutenção para que o mercado tenha mais tempo para colocar estas novas posições em termos de preço. Expectativa é favorável para o mês de setembro", disse o presidente da APCS, Valdomiro Ferreira.
No mercado mineiro, o preço ficou estável pela quarta semana consecutiva, valendo R$ 9,00/kg vivo pela terceira semana consecutiva, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg). O preço é sugerido, uma vez que a Bolsa ficou em aberto, sem acordo entre frigoríficos e suinocultores.
"Mercado estável no topo. Escassez continua visível e compatível com a soma das demandas interna e externa", disse o consultor de mercado da Associação, Alvimar Jalles.
Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), o valor do animal teve alta, passando de R$ 8,49/kg vivo para R$ 8,55/kg vivo.
No estado do Paraná, entre os dias 29/08/2024 a 04/09/2024, o indicador do preço do quilo do suíno vivo do Laboratório de Pesquisas Econômicas em Suinocultura (Lapesui) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) teve queda de 0,61%, fechando a semana em R$ 8,20/kg vivo.
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