Soja acompanha baixa generalizada das commodities nesta 6ª feira, com pressão do dólar e fundamentos
![]()
As commodities agrícolas têm baixas generalizadas na manhã desta sexta-feira (3) nas bolsas internacionais e para o complexo soja não é diferente. O dólar no mercado externo testa suas máximas de quase dois anos e pressiona os demais ativos e, perto de 7h50 (horário de Brasília), as cotações da oleaginosa perdiam de 4,50 a 5,75 pontos nos contratos mais negociados. Assim, o janeiro tinha US$ 9,95 e o maio, US$ 10,20 por bushel.
Entre os futuros do farelo de soja, as perdas passavam de 1% - o que ajudava na pressão ao grão -, enquanto o óleo perdia timidamente, sem grandes oscilações nesta sexta. Milho e trigo, por sua vez, também operavam no vermelho.
O mercado continua sem grandes novidades e ainda frente a fundamentos baixistas. O ano de 2025 começa com os traders ainda muito atentos à safra recorde que se desenvolve no Brasil, às condições de clima na América do Sul e às expectativas sobre o governo Trump II, com Donald Trump tomando posse no dia 20 e colocando ainda mais incertezas sobre suas relações com a China, maior importadora global de commodities.
Além disso, o cenário geopolítico mais amplo também está no radar do mercado, com conflitos em andamento, protecionismo crescente, e a China dando sinais de que segue focada em manter seu crescimento "ao redor dos 5%" neste ano.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
0 comentário
Soja continua subindo em Chicago nesta 4ª, em novo dia de altas generalizadas para as agrícolas
Soja fecha com mais de 13 pts de alta em Chicago com dados do USDA mostrando consumo forte e estoques apertados nos EUA para 26/27
USDA estima safra 26/27 de soja do BR em 186 mi de t e exportações de mais de 117 mi; números serão revisados
Anec eleva estimativas de exportação de soja e farelo do Brasil em maio
Soja intensifica altas em Chicago acompanhando óleo e trigo nesta 3ª
Soja sobe em Chicago nesta 3ª feira, mas mercado opera com cautela antes do novo boletim do USDA