De olho no internacional, milho salta até 2% na B3 nesta segunda-feira
![]()
Os preços futuros do milho se mantiveram no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3) ao longo desta segunda-feira (13). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 74,85 e R$ 79,55 por volta das 12h56 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/25 era cotado à R$ 74,85 com alta de 0,92%, o março/25 valia R$ 79,55 com valorização de 2,05% e o maio/25 tinha valor de R$ 76,69 com elevação de 1,71%.
Mercado Externo
As movimentações positivas também seguem presentes para os preços internacionais do milho futuro, que operavam no campo altista da Bolsa de Chicago (CBOT) por volta das 12h50 (horário de Brasília).
O vencimento março/25 era cotado à US$ 4,74 com alta de 4,00 pontos, o maio/25 valia US$ 4,84 com valorização de 4,75 pontos, o julho/25 era negociado por US$ 4,86 com ganho de 4,75 pontos e o setembro/25 tinha valor de US$ 4,51 com elevação de 3,00 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, o milho de março subiu 4 centavos para US$ 4,74 por bushel no final da negociação noturna, após atingir US$ 4,75, o maior preço intradiário do contrato desde 20 de junho. Os futuros cumularam ganho de 4,4% na semana passada, o quinto avanço semanal do mercado nas últimas seis semanas.
“Os relatórios do USDA de sexta-feira forneceram mais combustível para uma recuperação do mercado de milho que começou em meados de outubro, com os números ressaltando uma perspectiva de oferta mais restrita para 2025 e aliviando a preocupação com o excesso de oferta no final deste ano”, destaca Bruce Blythe, analista da Farm Futures.
0 comentário
Cotações do milho abrem a segunda-feira subindo 1% na B3
AgRural: Com estiagem e calor, oeste do PR já contabiliza perdas na safrinha de milho
Milho/Cepea: Indicador recua, mas valores sobem em outras regiões
Cotações do milho fecham semana volátil em Chicago com mercado de olho no Oriente Médio
Foco do mercado na comercialização da soja mantém cotações do milho lateralizadas no Brasil
Entre guerra e custos altos, milho deve perder espaço nos EUA e provocar reação nos preços