FPA: Medidas do governo federal para conter inflação de alimentos são ineficazes
A redução mais eficiente para combater a inflação de alimentos é a colheita da safra brasileira que ocorre nos próximos meses e a correção de ações que impactam diretamente o custo de produção no Brasil. Importante registrar:
-O problema da inflação não é a oferta de alimentos. O governo federal tenta criar a narrativa de buscar soluções, quando o problema está concentrado no seu próprio desequilíbrio fiscal, responsável por onerar os custos e por alavancar a inflação;
-Não é transferindo o ônus de bancar o desequilíbrio do gasto público do governo para os produtores rurais que teremos uma comida mais barata e uma produção economicamente viável;
-As medidas apresentadas pelo governo federal, nesta quinta-feira (6), são pontuais e ineficazes para efeito imediato, especialmente quando se gasta recurso interno ao zerar impostos para produtos importados, sem garantir o reforço ao apoio da produção brasileira;
-A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ressalta a necessidade de iniciar as tratativas do novo Plano Safra 25/26, com a garantia de implementação total de recursos, do acesso pleno e com juros adequados aos produtores rurais brasileiros; e
-Aguardamos ainda um retorno do governo federal sobre as medidas estruturantes de curto e médio prazo apresentadas pela FPA, em conjunto com o setor produtivo nacional, na última sexta-feira (28), ao Ministério da Fazenda e à Casa Civil.
Frente Parlamentar da Agropecuária
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Henrique Afonso Schmitt blumenau - SC
Das medidas para conter a inflação dos alimentos apresentadas pelo governo, deduz-se que - basicamente - o governo vai tomar o imposto que o produtor brasileiro paga, para transferi-lo como incentivo à produção em outros países. QUE SOFISMA!
Neste Brasilzao, onde dois terços da população é obesa, a inflação dos alimentos aconteceu exatamente ao contrario do que o governo está pensando, ou seja começou a exportar carne justamente porque os preços la fora eram mais altos que no Brasil e portanto essa saida de alimentos puxou pra cima os preços aqui dentro, mas os produtores de leite e de trigo, vão sofrer mesmo