Algodão/Cepea: Tensões comerciais e tarifárias reforçam lentidão no físico
O mercado físico de algodão em pluma segue em ritmo lento, reforçado pelas tensões comerciais, especialmente entre Estados Unidos e China, que vêm gerando incertezas e oscilações nos preços futuros. No Brasil, levantamentos do Cepea mostram que a disparidade de valores e/ou qualidade dos lotes continua limitando a comercialização na entressafra, com as médias ainda oscilando em um pequeno intervalo. Conforme o Centro de Pesquisas, compradores se mantêm retraídos, mostrando interesse em adquirir o produto apenas para reposição de estoques, enquanto vendedores seguem firmes em suas ofertas, focados no cumprimento de contratos a termo. Quanto às exportações brasileiras de algodão em pluma, dados da Secex analisados pelo Cepea apontam que, em março, foram embarcadas 239,06 mil toneladas, volume 13% inferior ao de fevereiro/25 e 5,4% menor que o de um ano atrás.
0 comentário
Algodão fecha em baixa na Bolsa de Nova York; cenários técnico e fundamental empurram preços para baixo
Bahia concluiu semeadura do algodão e irrigado avança na cotonicultura baiana
Oferta de algodão no Brasil sobe em momento delicado na variação cambial
Algodão abre em campo misto na Bolsa de Nova York e mercado ajusta posições
Algodão fecha em alta na Bolsa de Nova York e mercado reage a cobertura de vendidos
Oferta de algodão do Brasil sobe para 3,74 milhões de toneladas e sustenta projeção de exportações em 2026