Organização Mundial de Saúde Animal reconhece o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação
Em um momento histórico para a cadeia agroindustrial da carne bovina, o Brasil obteve hoje o reconhecimento internacional de país livre de febre aftosa sem vacinação. O status sanitário foi aprovado durante a realização da 92ª. Assembleia da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA – ou WOAH na sigla em inglês), que ocorre de 25 a 29 de maio, em Paris, na França.
A Associação Brasileira de Frigoríficos – ABRAFRIGO, entidade que representa frigoríficos de carne bovina, parabeniza a todos que contribuíram direta e indiretamente para essa notável conquista, especialmente os produtores rurais brasileiros, os quais, durante décadas, promoveram ativamente a vacinação e os controles sanitários em seus rebanhos.
Parabenizamos também a equipe técnica do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), que coordenou em nível nacional todas as etapas do processo, os serviços de defesa agropecuária dos governos estaduais, as instituições de pesquisas, as indústrias frigoríficas, as indústrias de medicamentos veterinários e os fornecedores de insumos, as entidades da sociedade civil e todos que se engajaram e envidaram seus melhores esforços com o objetivo de afastar essa doença da pecuária brasileira, possibilitando ao Brasil abastecer sua população com alimentos de qualidade e alcançar a liderança nas exportações mundiais de carne bovina.
É importante ressaltar que o trabalho não se encerra aqui. O novo status traz também novos desafios e responsabilidades para todos os atores envolvidos, com vistas a manter o rebanho em condições sanitárias adequadas e a fortalecer cada vez mais o papel do País como grande produtor e fornecedor de alimentos de origem animal para o Brasil e o mundo.
É a primeira vez que o Brasil alcança essa condição de excelência em seus controles sanitários, erradicando do seu território o vírus da febre aftosa, doença infecciosa aguda que causa febre, seguida do aparecimento de vesículas (aftas), principalmente, na boca e nos pés de animais de casco fendido, como bovinos, búfalos, caprinos, ovinos e suínos, conforme informações do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).
Parabéns à pecuária brasileira!
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