Com queda nas carnes de frango e suína, concorrência pelo consumo interno pode chegar à arroba do boi
Com queda nas carnes de frango e suína, concorrência pelo consumo interno pode chegar à arroba do boi
1 comentário
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Novos recursos para o programa de recuperação sustentável das pastagens com o Renova Pasto do Rabobank
Fluxo firme de exportações, carne valorizada no mercado interno e redução na oferta de animais motivam alta da arroba do boi
Capim híbrido mais eficiente nas áreas de semiárido do Brasil, com resistência ao clima e alto valor nutricional
Cenário positivo para arroba do boi conta com demanda exportadora forte, mercado interno com carne valorizada e redução gradativa dos abates
Países mais exigentes em qualidade da carne estimulam frigoríficos a usar tecnologia para medir teor de gordura
Luciano Vasconcellos The Woodlands
Que surpresa! Quanto mais soja exportamos para a China, menos carne iremos vender. Política idiota. Junto com a soja entregamos empregos que seriam gerados no Brasil. E não agregamos o valor. Com o algodão acontece pior. Fecham fábricas no Brasil pela impossibilidade de concorrer com os chineses que usam nossa matéria prima. A Lei Kamdir está ultrapassada. Precisa ser revista. Não precisamos incentivar exportações de matérias primas com isenção de impostos que são cobrados das indústrias brasileiras. Não dependemos desta lei criada para comprar petróleo. Hoje exportamos. Chega de burrice
O problema e' fornecer soja ou farelo de soja a niveis de preço tao baixos, que o chines vai conseguir concorrer com a carne brasileira bovina/suina /ave assim como fazem com o nosso minerio de ferrro----A CSN esta' passando dificuldades por causa do aço chines e a Votorantim /aluminio foi recentemente vendida a empresas chinesas
Caro Carlos
O melhor, mais inteligente seria incentivarmos o consumo do farelo no Brasil para exportar mais carne. Como? Taxar a exportação da soja nos mesmos níveis que indústrias e consumidores brasileiros pagam. Continuar isentas as exportações de carne. O mesmo com algodão. Imagine a geração de empregos e valor agregado nas exportações. Também o café, minério de ferro, etc…
Mas parece que difícil entender que sem matérias primas isentas de taxas na exportação seríamos competitivos. Americanos poderiam estimular países das Américas com a mesma política. Com empregos não haveria tanta imigração ilegal. China é concorrente desleal.
Mas quais os políticos que entendem ou se preocupam com isto?
A China sem matérias primas não existe.
Como pode Alemanha ser grande em café industrializado? Europa de chocolate.
Enfim, quem sabe algum dia Brasil e USA se abracem num acordo de soja e algodão? E o governo brasileiro deixe de basófias e parte para acordos com os parceiros que interajam na defesa das políticas econômicas que nos interessam.
Luciano Vasconcelos, seria o melhor dos mundos deixar de exportar matéria prima, e exportar proteina animal industrializada, ou até mesmo ferro e/ou aço industrializado.
Mas para isso precisaria plantas suficientes de processamento de grãos e também logística apropriada suficientemente para exportação de carne congelada. E para isso precisaria incentivo para iniciativa privada fazer isso, e além disso um plano estruturado para iniciativa privada comprar a idéia.
Ai depois pensar em retirar a lei kandir , aos poucos!
Pois é. Mas a Lei Kandir passou da hora e as indústrias que existiam fecharam as portas.
No governo FHC a Lei Kandir isentou as exportações de impostos, graças a isso, elas ficaram competitivas aumentando os superavit comerciais e as reservas em dólar. Nenhum país inteligente taxa suas exportações.
Ninguém inteligente exporta matéria prima e empregos para importar manufaturados. Pesquise e verifique as indústrias que fecharam de tecidos, siderúrgicas, etc…China importa 120 milhões de toneladas de soja por ano do Brasil e USA. Mantêm estoque de 3 meses. Algodão o mesmo. Veja a etiqueta de suas camisas e underwear. Chineses? Não produzem algodão.
Como o produtor é inocente , isso vamos acabar com as exportações do grão e ficar na mão da indústria
No RS com quatro safras frustradas as Indústrias ficam comprando da mão pra boca , imagina uma safra cheia e só eles para comprar.
Preço derrete.
Então sua opção é ficar na mão dos chineses. Parabéns
Mais uma observação
Os chineses não podem parar de comprar
Mas com uma política econômica de interesse nacional, eles pagariam mais caro pela soja e/ou o mercado interno teria as mesmas isenções.
Sem soja a China teria que importar mais carne.
Sem algodão para a China, as indústrias nacionais ocupariam o espaço no mercado interno e mundial.
O importante é iniciar a mudança. A Lei Kandir foi importante quando criada. Hoje é nociva para a concorrência.
Não sobra soja, algodão, minério, café. Os estoques finais se mantêm.
E importante observar a influência chinesa nas operações da CME.
Bom mesmo deve ser tributar a exportação
E esse modelo de exportação não impediu que surgissem varias plantas de Etanol e Biodiesel e tantas outras em construção . O que não se pode é exportar impostos e taxas.
A Gerdau de Mogi das Cruzes, já fechou, não aguentou a concorrência do aço chinês, e tarifas americanas. Em breve a receçao vai aumentar, assim como a inflação.
Agora com a redução da escala 6 x 1 não vamos, nem precisar taxar as exportações, para quebrar o Brasil, e segundo o socialismo tupiniquim, vamos todos viver de Bolsa Esmola, já que o governo, tem o poder de fazer o milagre da multiplicação dos pães e peixes.