Soja: Preços nos portos do Brasil ainda variam de R$ 127 a R$ 134/sc e poucas mudanças devem aparecer no curto prazo
Mercado da soja pós-Carnaval no Brasil ainda tem poucos negócios; ritmo deve ser mais intenso a partir da próxima semana
Os preços da soja inverteram o lado, testaram algumas baixas e fecharam a quarta-feira (18) de lado na Bolsa de Chicago. Ao longo do dia, o mercado chegou a registrar suas máximas em três meses, porém, foi perdendo força em um ambiente onde o farelo chegou a perder mais de 1%, ao mesmo tempo em que o óleo vai caminhando para concluir os negócios com mais de 2% de alta na CBOT.
Paralelamente, os traders já alinham suas posições antes da divulgação dos números do Outlook Forum, do USDA, que começa nesta quinta-feira (19) e vai até sexta (20), trazendo as primeiras projeções não oficiais para a safra 2026/27 dos EUA.
No Brasil, os negócios ainda são tímidos nesta retomada pós-Carnaval, com os prêmios cedendo um pouco mais e os preços nos portos variando entre R$ 127,00 e R$ 134,00 por saca - a depender dos prazos de entrega e pagamento. Segundo Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, poucas mudanças deverão ser observadas no curto prazo neste mercado, exigindo atenção do produtor para a comercialização.
Há ainda muita a soja a ser colhida e comercializada no Brasil, o que tende a pressionar mais as cotações ainda, o que deixa o setor em alerta, mas com a certeza de que a demanda pelo produto nacional é forte e crescente. Veja a análise completa de Vlamir Brandalizze no vídeo acima.
0 comentário
Nota Oficial: FETAG-RS reafirma defesa dos agricultores contra cobrança abusiva de royalties na soja
Soja: Preços nos portos do Brasil ainda variam de R$ 127 a R$ 134/sc e poucas mudanças devem aparecer no curto prazo
Soja volta à estabilidade em Chicago após testar máximas em três meses nesta 4ª feira
Anec reduz previsão de exportação de soja do Brasil em fevereiro, mas ainda vê recorde
Óleo sobe mais de 2% em Chicago e dá suporte à soja nesta 4ª feira
Soja sobe na Bolsa de Chicago nesta 4ª feira, acompanhando boas altas do óleo