Soja em alta leve na Bolsa de Chicago nesta manhã de 5ª, esperando por notícias e definições
![]()
Nesta manhã de quinta-feira (26), os preços da soja sobem levemente na Bolsa de Chicago, com o mercado passando por ajustes técnicos e aguardando novas notícias do campo geopolítico e dos fundamentos. As altas, por volta de 7h30 (horário de Brasília), variavam de 1 a 2 pontos nos principais vencimentos. Assim, o o março tinha US$ 11,49 e o maio, US$ 11,67 por bushel.
No campo geopolítico, a atenção está voltada para as relações entre os Estados Unidos e a China, com a expectativa de que a China anuncie decisões importantes sobre suas próximas compras de soja. Há uma forte demanda pelo produto brasileiro que é bastante intensa e presente, mas a nação asiática também olha para a oleaginosa norte-americana, via estatais, para reserva, o que ajuda no suporte aos preços.
A incerteza sobre o fluxo influencia o mercado, que aguarda por definições que possam impactar os preços da soja.
Enquanto isso, o mercado também acompanha os preços do farelo e do óleo de soja, Nesta manhã, os preços do farelo continuam subindo, registram alta de 0,7%, enquanto o óleo de soja recua e opera com queda de 0,7%.
A expectativa é que o mercado continue volátil, aguardando novos dados e notícias que possam influenciar os futuros do grão e seus derivados. O clima na América do Sul também é um ponto bastante acompanhado pelos traders, já que o excesso de umidade no Brasil Central e a falta dela no sul do Brasil e na Argentina ainda preocupa.
0 comentário
Chuvas atrasam fim da colheita da soja em Mato Grosso e provocam prejuízos em todo o Estado
Soja em alta leve na Bolsa de Chicago nesta manhã de 5ª, esperando por notícias e definições
Soja acumula perto de 100 pts de alta em Chicago nos últimos meses, mas repasse para o BR é limitado pelo dólar
Na esteira do farelo, soja estende os ganhos e volta a subir nesta 4ª feira na Bolsa de Chicago
Lentidão da colheita e problemas de qualidade no Brasil ajudam a sustentar cotações da soja em Chicago
Anec corta previsão de exportação de soja e farelo do Brasil em fevereiro