Alta do trigo trás força para o milho em Chicago, mas clima segue pressionando nesta segunda-feira

Publicado em 08/06/2026 13:24
B3 opera com principais vencimentos recuando cerca de 1%

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Os preços internacionais do milho futuro ganharam força e passaram a registrar movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT) por volta das 13h11 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a US$ 4,18 com elevação de 0,75 ponto, o setembro/26 valia US$ 4,27 com alta de 0,50 ponto, o dezembro/26 era negociado por US$ 4,46 com ganho de 0,50 ponto e o março/27 tinha valor de US$ 4,61 com estabilidade. 

Por um lado, as boas condições de clima para o desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos e a venda de posições do mercado seguem trazendo pressão para as cotações do cereal. 

“A liquidação de fundos, impulsionada pelas condições climáticas, manteve a pressão sobre os contratos futuros de milho durante a noite. As previsões meteorológicas continuam a favorecer o desenvolvimento da safra, com previsão de chuvas generalizadas no Centro-Oeste, seguidas por uma queda nas temperaturas em meados de junho. Algumas áreas do Centro-Oeste podem receber chuvas em excesso, mas isso não é uma preocupação para o mercado no momento”, avalia Bruce Blythe, analista do Farm Futures. 

Por outro, as valorizações registradas pelo trigo neste início de semana ajudam a trazer alguma força positiva também para o milho da CBOT. 

“O trigo está sendo impulsionado por relatórios de produção global decepcionantes, já que o clima está afetando as lavouras”, apontou Karl Setzer, sócio da Consus Ag Consulting, conforme reportado pelo site internacional Successful Farming. 

Mercado Interno 

Já os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) operam no campo negativo nesta segunda- eira. As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 65,54 e R$ 75,30 por volta das 13h21 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/26 era cotado a R$ 65,54 com queda de 0,92%, o setembro/26 valia R$ 67,92 com desvalorização de 1,28%, o janeiro/27 era negociado por R$ 73,48 com perda de 1,10% e o março/27 tinha valor de R$ 75,30 com baixa de 0,66%.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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