Soja opera com cautela e leves baixas nesta 6ª feira, à espera dos novos números do USDA
![]()
O mercado da soja opera com muita cautela nesta sexta-feira (10), dia de novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Após um período recente de forte pressão e baixas acumuladas nas últimas semanas, os futuros da soja operam com baixas de pouco mais de seis pontos nos principais vencimentos, com o agosto valendo US$ 11,71 e o novembro, US$ 11,74 por bushel.
Os preços tentam sustentar ganhos semanais impulsionado pelas recentes confirmações de compras expressivas por parte da China - mais de 500 mil toneladas anunciadas nos últimos dias pelo USDA - e pelas negociações em andamento de redução de tarifas entre Washington e Pequim.
Na outra ponta, o desenvolvimento das lavouras americanas segue no centro das atenções. Previsões de calor combinadas com chuvas esparsas mantêm os analistas divididos sobre o real potencial produtivo da safra 2026. As previsões seguem indicando, para a segunda quinzena de julho, temperaturas acima da média e chuvas abaixo.
Ademais, o mercado praticamente "trava" ou exibe volatilidade de curto prazo nas horas que antecedem o relatório de julho. Os traders ajustam suas posições antes da chegada dos novos números, mesmo com expectativas baixas para este reporte. O de agosto chega sempre com mais alterações e, por isso, com mais emoções para os preços.
Os dados serão reportados às 13h (horário de Brasília).
0 comentário
Soja tem boas altas em Chicago nesta 5ª feira, mesmo com USDA trazendo poucas novidades
China compra mais 264 mil t de soja dos EUA em onda de 'aquisições políticas'; BR segue mais competitivo
Soja opera com cautela e leves baixas nesta 6ª feira, à espera dos novos números do USDA
Preços da soja permanecem firmes no BR, se equilibrando entre variáveis do mercado e apesar da baixa em Chicago
Apesar de fundamentos fortes, soja realiza lucros em Chicago e fecha 5ª feira com baixas de dois dígitos
China volta às compras de soja dos EUA, mas mercado vê movimento mais político do que comercial