Na Folha: Efeito Trump acelera preço dos metais, mas não afeta agrícolas, aponta banco

Publicado em 17/11/2016 06:32 e atualizado em 17/11/2016 07:49
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Por Mauro Zafalon, coluna Vaivém das Commodities

Os metais, que já estavam em alta, voltaram a subir com a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos. Há uma melhor expectativa de demanda, tanto na China como nos Estados Unidos. A alta nas commodities metálicas foi de 19% desde o final de setembro.

Já os preços das demais commodities tiveram pouca reação. É o que mostra o ICI (Índice de Commodities Itaú).

Apesar da safra mundial recorde de grãos e da elevação global dos estoques, os produtos agrícolas se mantêm estáveis nas últimas semanas, graças à forte demanda.

Enquanto o milho tem preços estáveis desde o final de setembro, a soja subiu 3% e o trigo caiu 2%.

Os analistas do Itaú advertem, no entanto, para o risco de redução de oferta de grãos, devido ao efeito da La Niña na região Sul no final do ano.

Já a região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) deverá ser beneficiada pelas chuvas, compensando eventual quebra no Sul.

Dois produtos, no entanto, deverão continuar com preços firmes durante 2017: açúcar e café.

Em ambos os casos há uma redução na oferta de produto. No caso do açúcar, os analistas do ICI estimam deficit de 3,6 milhões de toneladas na safra 2016/17.

Leia a notícia na íntegra no site Folha e S.Paulo.

Fonte: Folha de S.Paulo

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