Aprosoja GO: um samba vergonhoso no país do agronegócio
O agronegócio brasileiro é destaque mundial por sua excelência e competitividade, mesmo com os desafios enfrentados porteira afora. Os produtores cada vez mais informados e conectados à tecnologia tiram da terra não só os alimentos que a população consome todos os dias, mas também a matéria-prima da maior parte dos produtos que utilizamos cotidianamente.
O produtor rural e o agronegócio, do qual é agente ativo, movimentam a economia num ciclo que gera um terço dos empregos no País, responde por mais de 40% das exportações e representa 25% do PIB nacional. Esses números são alcançados com muito suor, profissionalismo, eficiência e respeito à legislação.
Os produtores buscam a cada dia precisão no uso dos insumos necessários à atividade e maiores produtividades. A responsabilidade socioambiental e o respeito aos recursos naturais são realidade na produção rural. E ao contrário do imaginário popular, os guerreiros do campo são grandes preservadores do meio ambiente.
Diante de tantas contribuições do agronegócio para o Brasil, é repudiável a atitude da escola de samba carioca Imperatriz Leopoldinense no Carnaval de 2017, em que pretende desfilar um enredo que homenageia o indígena, colocando o produtor rural como seu algoz. E assim, além de demostrar preconceito e desconhecimento por tão valorosa classe, ainda reproduz um discurso há muito tempo ultrapassado, acirrando um clima que muito se vê no Brasil de hoje: a dicotomia entre “nós e eles”.
É inegável a importância histórica e cultural dos índios em “terras tupiniquins” e a homenagem é merecida. Mas antes de reverberar inverdades a uma população urbana que, em sua maioria, desconhece a realidade do interior que produz, por que não conhecer o campo moderno, responsável e pujante, que tanto orgulha nossa nação? Fica o convite e o pedido de reconsideração.
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