A aplicação inicial preventiva de fungicidas é essencial no controle de doenças da soja – Conheça o conceito da Aplicação Zero

Publicado em 29/10/2018 15:27 e atualizado em 29/10/2018 16:51
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A pulverização feita na fase vegetativa, nos primeiros trinta dias após a emergência, ajuda a controlar diversas doenças em todo o ciclo da cultura

Quando devem ser realizadas as primeiras aplicações na soja? Se você, em algum momento, já fez esta pergunta, saiba que a dúvida é mais comum do que se imagina. E ela tem uma boa razão para existir. Cada vez mais, doenças como oídio, antracnose e todo o complexo de manchas, inclusive a mancha-alvo, têm campo livre para causar prejuízos na lavoura.

“Como a entrada destas doenças acontece logo no início do ciclo da cultura, é importante protegê-la desde o estádio vegetativo e não somente nos períodos de floração e enchimento dos grãos”, explica Henrique Mourão, gerente de produtos da Syngenta.

O maior problema é que estas doenças já se encontram na palhada no momento do plantio. Ou seja, quando a planta emerge, já está em meio à doença. Por isso, em relação à pergunta inicial, a resposta mais correta é: o quanto antes.

Para esses casos existe o conceito de “Aplicação Zero”.

Como – e quando – é feito o controle

A primeira aplicação acontece ainda no estádio vegetativo da planta, com até 30 dias após a emergência. As

aplicações seguintes já acontecem no estádio reprodutivo, com até 45 dias, e não conseguem proteger a soja da ameaça presente na palhada, por isso o conceito de Aplicação Zero é tão importante. “O problema é que muitos produtores desconsideram essa Aplicação Zero e só fazem as seguintes. Não é o ideal. Esse primeiro controle na fase vegetativa, dentro destes 30 dias, é essencial para garantir a proteção efetiva e o controle eficiente de diversas doenças importantes que ocorrem na soja”, explica Mourão.

Para proteger a soja neste estádio inicial da cultura, seguindo o preceito de Aplicação Zero, a Syngenta possui em seu portfólio o Score Flexi, uma mistura de dois triazóis que agregam um amplo espectro de controle de manchas que podem surgir justamente neste início. “Na segunda aplicação de fungicidas (ou primeira do reprodutivo), 45 DAE, ou até o pré-fechamento da cultura, é recomendada a aplicação foliar de Elatus combinada com Cypress e, 14 dias depois, Elatus junto com multissítios como o Bravonil, para garantir a proteção efetiva e o controle eficiente em todo o ciclo”, diz Mourão.

Características das doenças

A antracnose causa a morte de plântulas, manchas de coloração escura nas folhas, hastes e vagens, queda total das vagens ou deterioração das sementes. As vagens infectadas também ficam retorcidas. Entre o complexo de manchas destaca-se a mancha-alvo, que causa lesões que se iniciam por pontuações pardas e evoluem para grandes manchas circulares, de coloração castanho-clara a castanho-escura, atingindo até 2 cm de diâmetro e, em alguns casos, desfolha. Já o oídio apresenta estruturas de coloração branca ou cinza nas folhas. Com o progresso da doença observa-se também pontuação escura.

Veja os estádios da soja e a Aplicação Zero em até 30 dias:

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Em conjunto com Score Flexi, você também pode seguir as dicas para os 10 principios do Manejo Consciente: - Inicie as aplicações de fungicidas preventivamente; - Use os quatro modos de ação de fungicidas nos programas; - Aumente a eficácia dos programas com multissítios e triazóis; - Faça ao máximo duas aplicações de carboxamidas, com parceiros e no início do ciclo; - Use doses, adjuvantes e intervalos recomendados pelos fabricantes; - Siga o vazio sanitário; - Busque o escape plantando na época certa; - Privilegie a variedade de ciclos mais curtos; - Explore a tolerância genética das variedades; - Use uma tecnologia eficiente de aplicação.

Estádio vegetativo: plantas entre 18 cm a 30 cm de altura

Quer saber mais sobre a Aplicação Zero com Score Flexi? Clique no vídeo e acesse: https://goo.gl/M7PJcA

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Fonte: Syngenta

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