Conversa de Cerca #06 - O futuro do mercado de derivativos e a importância para o agronegócio brasileiro

Publicado em 24/03/2021 10:14 e atualizado em 09/04/2021 16:31 1603 exibições

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O mercado de derivativos mudou a percepção dos produtores e as perspectivas da comercialização agrícola lá em 1848, com a fundação da Bolsa de Chicago. Melhor gestão de risco, previsibilidade e transparência para os preços, melhor saúde financeira para o setor. Esse foi o rumo da prosa com  a Diretora de Desenvolvimento de Mercado Internacional, Commodities, América Latina, CME Group, Roberta Paffaro, neste episódio do Conversa de Cerca.

A CBOT, ou Chicago Board of Trade, ou simplesmente a famosa Bolsa de Chicago, foi fundada em 1848 e hoje carrega o principal e mais diversificado mercado de derivativos do mundo. Em 1875, ofereceu o primeiro "contrato a termo" da história para 3 mil bushels de milho. (cada bushel de milho equivale a 25,4 quilos do cereal).. Em 1961, lançou o primeiro contrato de futuros no mercado financeiro de carnes congeladas e armazenadas e, em 1964, o primeiro contrato de futuros agrícolas com base em commodities não armazenáveis. 

O CME Group (Bolsa de Chicago) é a empresa controladora das seguintes bolsas:

Chicago Mercantile Exchange (CME)
New York Mercantile Exchange (NYMEX)
Chicago Board of Trade (CBOT)
Commodities Exchange (COMEX)

O CME Group negocia diariamente mais de 1 milhão de contratos de commodities agrícolas e mais de 400 mil se os contabilizados contratos mais ativos de grãos – futuros e opções de milho.

Por:
Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte:
Notícias Agrícolas

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