Roraima: Governo afirma que com manifestação de auditores fiscais, 800 carretas estão paradas sem poder exportar a produção

Publicado em 06/01/2022 10:02 e atualizado em 06/01/2022 10:52 1211 exibições

O governador Antonio Denarium se reuniu na quarta-feira, 5, com representantes do Sindifisco (Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal) e de empresas de transporte de cargas, para intermediar conversa entre a categoria e o Governo Federal. Também há relatos de problemas no recebimento de cargas de trigo no Porto de Santos, em São Paulo. O Notícias Agrícolas segue apurando as informações. 

De acordo com publicação feita na página oficial do Governo de Roraima, a intermediação se mostrou necessária, uma vez que os auditores fiscais da Receita Federal decidiram paralisar suas atividades nas áreas de fronteira desde a segunda-feira, 3. Com isso, 800 carretas estão paradas entre o Amazonas e Roraima, sem poder exportar a produção.

Para auxiliar na negociação, o chefe do Executivo entrou em contato com o ministro da Economia, Paulo Guedes e o chefe-geral da Receita Federal em Brasília, Júlio César Vieira, que se mostraram sensibilizados com as reinvindicações da categoria.

"Estão abertas as negociações para o reconhecimento do bônus salarial, de todos os auditores fiscais da Receita Federal. E o Governo de Roraima se sensibiliza com os caminhoneiros e as transportadoras que estão paradas. Reconhecendo também a necessidade de da reposição salarial dos auditores da Receita Federal", frisou Denarium.

Representante do Sindifisco, Rafael Anselmo Moreira salientou que a mais de cinco anos, os auditores fiscais da Receita Federal em todo o Brasil lutam por um acordo salarial e também para reverter o recente corte orçamentário, que teria reduzido a capacidade de operacionalizar as importações e exportações.

"Por conta disso, a gente entrou em contato com com o governador Denarium e ele prontamente nos ofereceu o seu apoio político. Com isso, a gente espera que nossos pleitos sejam atendidos e de imediato, nós vamos liberar as cargas que estão retidas lá na fronteira de Pacaraima com a Venezuela", concluiu.

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Governo de Roraima

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