Análise de Mercado - 08/02/10

Publicado em 08/02/2010 10:43 1844 exibições

Suíno vivo<?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" />

(08.02) Em se tratando da consumação de carne suína pelos países, hoje, esta atinge a proporção de 64% contra 27% da carne bovina, e 8% da carne de frango. A exceção está no Brasil, onde ela aparece na terceira colocação.
Há 30 anos, os porcos eram criados sem cuidados, soltos e ao redor das fazendas, comendo tudo que encontravam pelo chão. A finalidade da criação desses animais era produzir banha, pois não existia óleo vegetal e todos os alimentos eram preparados com ela.
Nota-se na atualidade, que o interesse dos criadores de porcos não é mais pela produção de banha, e sim pela própria carne.
A nutricionista Estela Rabito ressalta que, o consumo de carnes em geral é essencial à alimentação humana, e em uma quantidade de, no mínimo, duas porções por dia.
"Além disso, a ingestão da carne é importante para o fortalecimento dos cabelos e unhas. Ela atua como proteína e fonte de ferro no organismo humano", acresc enta Rabito.
Quanto à alimentação suína, a nutricionista destaca alguns fatores positivos. "A carne de porco possui um teor adequado de proteínas, uma boa combinação de aminoácidos e uma excelente fonte de vitaminas".
Ainda segundo Estela Rabito, o problema da ingestão de carne suína está na forma de preparar o alimento. "Se for dada uma atenção especial para o corte e uso de óleo no modo de preparo, ela deixa de oferecer riscos à saúde, como o problema de colesterol. Quando cortado, e separado o condimento da gordura, a carne passa a não oferecer tantos riscos à saúde", explica.
O condimento de porco, seguido de suas devidas adequações, pode beneficiar todas as faixas etárias.
A nutricionista orienta às pessoas "que optem pelos pedaços menos gordurosos da carne de porco, como o lombo, que também é muito saboroso", finaliza Rabito. (Suino.com)

 Suíno vivo

 GO

R$2,50 

 MG

R$2,60 

 SP

R$2,42 

 RS

R$2,32 

 SC

R$2,15 

 PR

R$2,20 

 MS

R$2,15 

 MT

R$1,95 

Frango vivo

(08.02) - Após uma alta de cinco centavos logo no primeiro dia do mês, o preço pago pelo frango vivo no interior paulista estabilizou-se em R$1,65/kg, frustrando as expectativas de novos ajustes no decorrer da semana, como acenava inicialmente o mercado. De toda forma, a cotação atual mantém-se acima das registradas em janeiro passado e em dezembro de 2009, o que já é um bom indicativo da situação do mercado (relativamente firme) em época do ano considerada um tanto imprópria para o bom andamento do consumo.
É verdade que a cotação atual se encontra 8,33% abaixo da registrada em fevereiro do ano passado, ocasião em que o frango vivo atingiu uma de suas melhores cotações do ano. Não se pode esquecer, porém, que as cotações então registradas foram resultado da menor produção de um setor atemorizado com a eclosão de uma crise econômica de âmbito mundial, o que possibilitou que "a emenda saísse melhor do que o soneto" (valorização do frango vivo em fevereiro continua sendo fato inédito no setor).
Considerando-se desde já o que vem pela frente (na semana que vem, Carnaval; na outra, fim de mês e de salários), só se pode concluir que a semana corrente é a de melhores expectativas para o setor, inclusive porque conta com a chegada ao mercado da massa salarial do mês. Ou seja: se algo tiver de acontecer será nestes próximos seis dias. Porque, depois disso, só em março. (Avisite)

 Frango vivo

 SP

R$1,65 

 CE

R$2,80 

 MG

R$1,70 

 GO

R$1,65 

 MS

R$1,40 

 PR

R$1,60 

 SC

R$1,50 

 RS

R$1,49 

Ovos

(08.02) - Olhando o comportamento do ovo, alguém menos avisado diria que já estamos em plena Quaresma. Pois raras vezes fora desse período o ovo obteve valorização tão rápida quanto à observada na primeira semana de fevereiro. Aliás, talvez nunca nessa época do ano.
A realidade é que nos seis primeiros dias de negociações do mês o produto já obteve uma valorização de 15,83% sobre o mês anterior, janeiro de 2010, obtendo o melhor índice de evolução registrado desde fevereiro do ano passado, quando a variação mensal ficou em 16,41%. Registra, assim, sua melhor cotação dos últimos seis meses, só permanecendo aquém dos preços alcançados entre fevereiro e agosto de 2009.
Como a oferta se mantém ajustada e nesta semana chega ao mercado o grosso do salário do mês, as possibilidades de novos ajustes permanecem. Mas mesmo que continue com as cotações atuais até o final do mês, o ovo fechará fevereiro com preços médios muito próxim os dos R$40,00/caixa, valor que não registra desde junho do ano passado. (Avisite)

 Ovos brancos

 SP

R$36,90 

 RJ

R$38,00 

 MG

R$38,00 

 Ovos vermelhos

 MG

R$40,00 

 RJ

R$40,00 

 SP

R$38,90 

Boi gordo

(08.02) - A arroba do Boi Gordo no Estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a sexta-feira cotada a R$ 77,24, com a variação em relação ao dia anterior de 0,03%.  A variação registrada no mês de Fevereiro foi de 1,14%. (Valor por arroba, descontado o Prazo de Pagamento pela taxa CDI/CETIP).
O valor da arroba em dólar fechou a semana cotado a US$ 40,87, com a variação em relação ao dia anterior de -0,34% e com a variação de 0,89% no acumulado do mês na moeda norte-americana.
Média ponderada de arroba do boi gordo no Estado de São Paulo - base de ponderação é a mesma usada para o Indicador Esalq/BM&F.
Valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa NPR.
A referência para contratos futuros da BM&F é o Indicador Esalq/BM&F.

(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

 Boi gordo

 Triangulo MG

R$70,00 

 Goiânia GO

R$72,00 

 Dourados MS

R$71,00 

 C. Grande MS

R$70,00 

 Três Lagoas MS

R$71,00 

 Cuiabá MT

R$70,00 

 Marabá PA

R$71,00 

 Belo Horiz. MG

R$74,00 

Soja

(08.02) - A saca de 60 kg de soja no estado do Paraná, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a sexta-feira cotada a R$ 35,37. O mercado apresentou uma variação de -0,23% em relação ao dia anterior. O mês de Fevereiro apresentou uma variação de -4,15%.
O valor da saca em dólar fechou a semana cotado a US$ 18,72, com a variação em relação ao dia anterior de -0,53%, e com a variação de -4,34% no acumulado do mês.


(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

 Soja
 Físico - saca 60Kg - livre ao produtor

 R. Grande do Sul (média estadual)

R$39,00 

 Goiás - GO (média estadual)

R$33,00 

 Mato Grosso (média estadual)

R$30,00 

 Paraná (média estadual)

R$35,37 

 São Paulo (média estadual)

R$38,50 

 Santa Catarina (média estadual)

R$37,50 

 M. Grosso do Sul (média estadual)

R$31,00 

 Minas Gerais (média estadual)

R$34,50 

Milho

(08.02) - A saca de 60 kg de milho no estado de São Paulo, segundo informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) encerrou a sexta-feira cotada a R$ 18,63 a saca. O mercado apresentou uma variação de -0,75% em relação ao dia anterior e de -2,46% no acumulado do mês de Fevereiro.
O valor da saca em dólar fechou ontem em US$ 9,86, com uma variação de -1,11% em relação ao dia anterior, e com a variação de -2,72% no acumulado do mês.
O Indicador Esalq/BM&F à vista, que tem como base Campinas-SP, distingue-se da média regional de Campinas porque utiliza o CDI como taxa de desconto dos valores a prazo. No mercado físico (média regional Campinas), porém, a taxa mais usual é a NPR. Já os valores a prazo são iguais.
 
(Jornalismo Integrado - Assessoria de Comunicação)

 Milho
 Físico - saca 60Kg - livre ao produtor

 Goiás (média estadual)

R$14,50 

 Minas Gerais (média estadual)

R$16,50 

 Mato Grosso (média estadual)

R$11,00 

 M. Grosso Sul (média estadual)

R$14,50 

 Paraná (média estadual)

R$17,00 

 São Paulo (média estadual)

R$18,63 

 Rio G. do Sul (média estadual)

R$18,50 

 Santa Catarina (média estadual)

R$18,50 

Tags:
Fonte:
Uniquímica

RECEBA NOSSAS NOTÍCIAS DE DESTAQUE NO SEU E-MAIL CADASTRE-SE NA NOSSA NEWSLETTER

0 comentário