Rebeliões desvendam embustes do PAC

Publicado em 30/03/2011 18:27 232 exibições

Embora politicamente tenha sido uma jogada de mestre, a inclusão do projeto do metrô de Porto Alegre no elenco de obras do chamado PAC da Mobilidade não irá adiante neste início do governo Dilma Roussef. 

. Dilma (Lula) deixou uma herança maldita para si mesma. 

. Em todo o Brasil, pelo menos seis grandes obras do PAC estão paralisadas. Trabalhadores irados produzem uma revolta poucas vezes vistas no Brasil. A mídia nem replica com honestidade o que está acontecendo enquanto a presidente Dilma Roussef refugia-se no gabinete ou larga tudo para uma viagem inútil a Portugal.

. Pelo menos 80 mil trabalhadores estão neste momento de braços cruzados. Canteiros de obras de Rondônia (Jirau) foram destruídos e incendiados. Ainda em Rondônia, as obras da Usina Santo Antonio pararam.

. Os peões estão em pé de guerra por causa do trabalho escravo. 

. Aparelhadas pelo governo, centrais sindicais como CUT e Força Sindical sentam nas poltronas do Palácio do Planalto para fazerem acordos com Dilma Roussef. O desta terça-feira foi uma tentativa de acertar um acordo coletivo para todas as obras do PAC, o que é pura demência, porque 3.800 obras foram incluídas no PAC.

. O governo do PT já mobilizou a polícia para garantir a retomada das obras.

Link: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/03/governo-quer-acordo-para-acabar-com-conflitos-que-paralizam-obras-do-pac.html


(do Blog de Lauro Jardim, de veja.com.br):


Investigações e homenagem

Policiais federais foram hoje ao Senado à procura de José Sarney. Desta vez, não havia motivo para preocupações, pois não se tratava de mais uma operação da PF. Sindicatos de diversas carreiras da instituição foram avisá-lo de que ele seria o grande homenageado na festa de comemoração dos 67 anos da Polícia Federal, e convidaram-no para receber pessoalmente uma medalha na cerimônia.

Por Lauro Jardim

As relações das duas maiores centrais sindicais do país ainda andam estremecidas. A Força Sindical decidiu deixar para a CUT as negociações entre os trabalhadores e empreiteiras das usinas de Jirau e Santo Antonio, evitando nova bola dividida.

Por Lauro Jardim
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Fonte:
Blog Polibio Braga (RS)

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