Algodão amplia perdas e encerra semana com baixas superiores a 2% em Nova York

Publicado em 22/05/2026 16:26
Contratos seguiram em queda nesta sexta-feira (22), após forte recuo na sessão anterior

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Os preços do algodão voltaram a cair nesta sexta-feira (22) na Bolsa de Nova York, ampliando as perdas expressivas registradas na sessão anterior. Com o novo recuo, os contratos mais negociados encerraram a semana acumulando baixas superiores a 2% na comparação com o fechamento da sexta-feira anterior.

O contrato dezembro/26 perdeu 0,40 cent (-0,50%), encerrando o dia cotado a 79,33 cents/lb. O vencimento julho/26 caiu 0,56 cent (-0,72%), fechando a 77,42 cents/lb. O outubro/26 recuou 0,56 cent (-0,71%), para 78,68 cents/lb, enquanto o março/27 registrou baixa de 0,39 cent (-0,48%), terminando a sessão a 80,19 cents/lb.

Na comparação semanal, o dezembro/26 passou de 81,66 para 79,33 cents/lb, acumulando perda de 2,33 cents (-2,85%). O julho/26 saiu de 80,33 para 77,42 cents/lb, com recuo de 2,91 cents (-3,62%). O outubro/26 passou de 80,96 para 78,68 cents/lb, registrando baixa de 2,28 cents (-2,82%), enquanto o março/27 caiu de 82,27 para 80,19 cents/lb, com desvalorização de 2,08 cents (-2,53%).

Segundo informações do USDA, o nível total de compromissos de exportação de algodão alcançou 10,994 milhões de fardos, volume 1% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. O total corresponde a 98% da projeção de exportação do departamento norte-americano e segue abaixo da média histórica de 106%.

Na sessão anterior, o mercado já havia registrado forte pressão baixista, acompanhando a fraqueza observada nos futuros de grãos e do petróleo bruto, em meio a dúvidas sobre relatos envolvendo um novo acordo agrícola entre Estados Unidos e China.

Em entrevista ao Notícias Agrícolas na quinta-feira (21), o analista da Safras & Mercado, Gil Barabach, avaliou que o mercado vinha passando por um movimento de correção após uma alta considerada intensa nas últimas semanas. Segundo ele, além do recuo do petróleo, a melhora das condições climáticas nos Estados Unidos, com previsão de chuvas em áreas produtoras, também contribuiu para reduzir parte do estresse sobre a safra e pressionar as cotações.


 

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Fonte:
Notícias Agrícolas

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