NO LE MONDE: A degringolada de Dilma...

Publicado em 03/07/2013 15:46 e atualizado em 26/07/2013 14:14 1887 exibições
por Lauro Jardim (+ Carlos Brickmann) + Estadão

Crise em destaque

O Brasil é destaque na primeira página do Le Monde de hoje. Com direito a foto da presidente, pode se ler: Dilma Rousseff, la dégringolade. Nem precisa de tradução.

Por Lauro Jardim

 

Economia

Cai a produção de petróleo no Brasil

Produção em queda

Não é à toa que o déficit da conta petróleo é recorde (leia mais em Déficit recorde). A produção de petróleo no Brasil continua sendo um mar de más notícias.

Entre janeiro e maio, de acordo com a ANP, a produção de petróleo caiu 7,7% em comparação com o registrado no mesmo período de 2012. Se há uma empresa que deve boas novas ao distinto público, é a Petrobras – excluindo-se as do grupo X, fique claro.

Por Lauro Jardim

 

Economia

Déficit recorde

Contas complicadas

Entre janeiro e maio, o déficit da contra de petróleo e derivados (exportação e importação) do Brasil alcançou os 7,6 bilhões de dólares. Um volume recorde.

Nesta toada, o país fecha 2103 com um buraco superior a 18 bilhões de dólares nesta conta. Cadê a auto-suficiência proclamada por Lula?

Por Lauro Jardim

 

Economia

Eike se prepara

Eike e Dilma: em dificuldades

Eike Batista já está se preparando para responder aos prováveis questionamentos da CVM em relação às promessas não cumpridas em suas entrevistas em fatos relevantes das empresas X. A  CVM já abriu investigações sobre o grupo.

A propósito, em agosto de 2010, Eike declarou textualmente que o potencial de reservas de gás natural que a OGX encontrara na bacia do Parnaíba era de 15 milhões de metros cúbicos por dia.

Para facilitar a compreensão do distinto público, Eike resumiu: “”É meia Bolívia. É metade do que o país entrega para o Brasil pelo gasoduto Brasil-Bolívia”.

Na ocasião, a OGX enviou à CVM um fato relevante afirmando que identificara  a presença de hidrocarbonetos no poço OGX-16 (na bacia do Parnaíba) e que testes apontaram “para altas pressões e presença de gás natural”.

Por Lauro Jardim

 

Governo

Mea culpa

Obra interminável

Parte dos ministros, apavorados ao serem convocados para uma reunião sem pauta (Leia mais em:Esperando para ver), saiu do Palácio Alvorada, dizendo que Dilma Rousseff estava receptiva. Os mais entusiasmados registraram que, desta vez, a chefe ouviu bem mais do que falou.

Mas nem por isso faltou cobrança, lógico. Em dado momento, Dilma deu dois exemplos negativos de seu governo: as intermináveis obras de transposição do Rio São Francisco e a da ferrovia Norte-Sul.

Por Lauro Jardim

 

Governo

As promessas e a pergunta

Pergunta incômoda

Calouro em reuniões ministeriais, César Borges constatou, ontem, no encontro com Dilma Rousseff, o que todo mundo já sabe: o governo não entrega grande parte do que anuncia. Borges aproveitou e pôs o dedo na ferida da ineficiência de agências reguladoras.

- Muitos contratos firmados pelo Executivo têm problemas, dos mais variados, o que acaba judicializando questões desnecessárias e atravancando as melhorias. As agências reguladoras não atuam, e a bomba acaba ficando com o governo, que não entrega.

Gilberto Carvalho também pediu a palavra, mas, escaldado, o fez quando a chefe não estava. A reunião corria para a direção das prestações de contas, com ministros pontuando os supostas avanços conquistados por suas pastas.

Logo em seguida, Dilma Rousseff deixou a sala para dar entrevistas, e Gilberto Carvalho emendou:

- Se nós, o governo, estamos fazendo tanto, por que o povo está nas ruas?

Por Lauro Jardim

 

 Feira Livre

‘Ladroeira, vá lá, mas sem deboche’, por Carlos Brickmann

PUBLICADO NA COLUNA DE CARLOS BRICKMANN NESTA QUARTA-FEIRA

CARLOS BRICKMANN

O roubo faz parte do poder; um inglês famoso, lorde Acton, dizia já em 1887 que todo poder corrompe. Rouba-se no Brasil desde quando o Brasil era colônia (D. João 6º, ao voltar para Portugal, esvaziou os cofres do país); roubou-se no mundo comunista (Erich Honneker, o último líder da Alemanha Oriental, acumulou alguns bilhões de dólares), rouba-se no mundo capitalista (Helmut Kohl, que liderou a reunificação alemã, caiu por receber dólares, digamos, não contabilizados). Rouba-se em ditaduras e democracias. Faz parte.

O que não faz parte, e que responde pelas grandes manifestações, é o deboche. Nunca por aqui alguém brigou pela corrupção dos outros. Mas quando um senador que teve de renunciar para não ser cassado vira presidente do Senado, quando ministros afastados por “malfeitos” voltam a circular no Governo, quando deputados condenados à prisão por corrupção não apenas continuam exercendo o mandato como vão para a Comissão de Constituição e Justiça, quando o Poder torna sigilosos os gastos do cartão corporativo de uma servidora que se dizia grande amiga do então presidente, aí é demais. É juntar o roubo ao escárnio. É dizer “vou tomar seu dinheiro e contar pra todo mundo que você é otário”.

Mentir faz parte do deboche. Quando o ministro da Fazenda diz que as contas batem graças a uma tal “contabilidade criativa”, está debochando. Na ditadura, acochambravam-se os índices (era a expressão da época), mas negava-se a bandalheira. Hoje a bandalheira é afirmada, enfiada na cara do cidadão.

É abuso.

Padrão Dilma
Dilma diz que seu Governo é Padrão Felipão. Bela comparação: foi o Padrão Felipão que levou o esquadrão do Palmeiras à Segunda Divisão.

Depois da queda
Nem o Palácio do Planalto deve se assustar, nem a oposição se embandeirar, com a queda do índice de popularidade do Governo Dilma. As manifestações derrubaram os índices dos governantes em geral (e era inevitável que assim fosse). Mas a queda pode ser passageira, dependendo de como se fizer o manejo da crise. O importante não é a queda causada pelas manifestações: como num terremoto, o importante é o que ocorre nas camadas subterrâneas. Mostra a pesquisa DataFolha: a expectativa de aumento da inflação passou de 51 para 54%; a avaliação positiva do comando da economia caiu de 49 para 27%; a expectativa de crescimento do desemprego passou de 36 para 44%. 

Este é o nó a desatar.

Bolsarney
O caro leitor está desempregado, sem perspectivas? Seus problemas acabaram! Dependendo de sua posição partidária e importância política, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, tem bons empreguinhos a oferecer. Por exemplo, o Conselho de Gestão Estratégica das Políticas Públicas do Governo, Congep. O Maranhão, segundo Estado mais pobre do país (e há 50 anos sob o comando férreo da família Sarney), paga 206 conselheiros com assento no Congep. Cada um dos laboriosos escolhidos recebe R$ 5.800 mensais para comparecer a uma reunião no Congep, de 30 em 30 dias. Não, explica o Governo maranhense, não se trata de uma boca rica, daquelas de ganhar sem trabalhar: os conselheiros se esfalfam intensamente todos os dias, escravos que são da cidadania, em contato permanente com a comunidade, buscando, analisando e coordenando informações de sua região, e as levam para uma discussão geral todos os meses. 

São 206 beneméritos, que ganham o pão maranhense com o suor de seu rosto, não é?

Muito prazer, sra. Dilma
A presidente Dilma talvez tenha se inspirado na reunião dos 206 da governadora Roseana para reunir pela primeira vez seus 39 ministros ─ vários dos quais ainda não tinham se reunido a sós com ela. Dos 39, vieram 36. Faltou até Mercadante, que pela primeira vez perde a chance de enfiar-se na foto atrás de Dilma. 

Não se decidiu nada; mas os que foram ao menos puderam apresentar-se a ela.

(por Carlinhos Brickmann).

 

Economia

Indústria sem energia

Energia: consumo baixo

De janeiro a maio, o consumo de energia pelas indústrias no Brasil foi 0,86% menor do que no mesmo período de 2012.

Por Lauro Jardim

 

O conto do corte social, editorial do Estadão

Deve datar da Grécia Antiga o golpe retórico que pretende desviar de seu curso natural o debate público que vinha deixando um dos participantes em má situação. A mistificação consiste em atribuir ao oponente intenções impopulares que em momento algum ele mencionara - para então desmenti-las com uma veemência comensurável com a falsa acusação. Pois foi a esse recurso de evidente má-fé que a presidente Dilma Rousseff apelou ao dar uma inusitada entrevista em meio à reunião ministerial de anteontem na Granja do Torto. O encontro visava, alegadamente, a mobilizar a equipe em torno dos cinco "pactos federativos" que ela anunciara na semana passada como prova de ter ouvido e entendido as vozes da rua.

Com estudado bom humor e cordialidade - para surpresa de ministros e jornalistas que conhecem a cara de poucos amigos e a rispidez com que ela costuma tratar os interlocutores -, Dilma enxertou na sua fala sobre a política de dispêndios da administração que dirige a advertência fulminante: "Cortar Bolsa Família jamais". Por via das dúvidas, ou caso alguém não tivesse entendido direito, emendou: "Não esperem de mim reduzir gasto social. Não há hipótese disso". Se um viajante recém-chegado de Marte topasse com tão assertivas palavras, não se poderia criticá-lo por imaginar que as oposições ou, quem sabe, até mesmo os brasileiros que em menos de um mês despojaram a presidente de 27 pontos de popularidade e de outros 21 na liderança das pesquisas eleitorais estão clamando por uma cirurgia no Bolsa Família.

Ao tomar conhecimento do show de determinação no Torto, a parcela insuficientemente informada da sociedade - cuja participação na queda do prestígio e da intenção de voto na presidente, embora menos intensa do que a dos setores mais escolarizados e de maior renda, decerto foi especialmente dura de engolir para Dilma - talvez tenha sido levada a crer, a exemplo do imaginário extraterrestre, que ela resistia heroicamente a pressões subterrâneas das elites para passar a foice no orçamento social do Executivo. Está claro que a presidente, com essa enganação, desejava em primeiro lugar recuperar os pontos perdidos com os beneficiários cuja lealdade fraquejou nas últimas semanas. Nesse cenário, o fantasioso encolhimento do Bolsa Família faria as vezes do "inimigo externo" a que se agarram governantes de todo tipo em tempos de crise para recobrar o apoio esgarçado.

Ficasse nisso, a armação já teria sido de bom tamanho. Mas, pouco antes, Dilma já tinha achado oportuno dar uma indireta no governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, que na semana passada mandou cortar R$ 350 milhões em gastos de custeio do Estado e extinguiu uma das suas 26 Secretarias. "Eu não farei demagogia de cortar cargos que não ocupo. Se não ocupo, não gasto", disse ela, demagogicamente, numa alusão aos postos não preenchidos no disforme corpanzil federal de 39 Ministérios e 22 mil ocupantes de cargos de confiança. "Eu tentarei olhar de onde e de que setor é possível fazer ajustes", tentou prometer. A embromação presidencial é imitada no primeiro escalão. A área econômica - onde não há "mudança à vista", assegurou Dilma - fez saber que prepara um bloqueio de até R$ 20 bilhões nas despesas governamentais, a se somar aos R$ 28 bilhões de fins de maio.

Ocorre que o contingenciamento é imposição da Lei de Responsabilidade Fiscal: o que sai do erário deve se ajustar ao que nele entra. Com a arrecadação em baixa devido ao fraco nível da atividade econômica, o governo literalmente não faz mais que uma obrigação legal ao suspender gastos programados. Mas não passa pela cabeça de Mantega & Cia deixar de lado a "contabilidade criativa" para fechar o exercício com superávit primário. Como já fizeram com o BNDES, tomarão dividendos antecipados da Caixa Econômica Federal, em troca de uma injeção de R$ 8 bilhões em títulos públicos. (No caso do Banco, foram R$ 15 bilhões.) E a presidente ainda se permite dizer que o seu governo "é padrão Felipão". Além de ser uma tosca tentativa de se associar à conquista do tetra na Copa das Confederações, é uma ofensa ao grande treinador. A sua seleção acaba de golear a da Espanha, a melhor do mundo. O time de Dilma não ganha uma.

 

Plebiscito é só embromação!,

por JOSÉ NÊUMANNE *

A presidente Dilma Rousseff tem feito o possível para fazer do limão das multidões contra tudo nas ruas das cidades brasileiras a mesma limonada envenenada com que seu Partido dos Trabalhadores (PT) tenta em vão engabelar o País desde 2007. Há seis anos os petistas querem moldar as instituições republicanas a seus interesses específicos e impor a suas bases no Congresso Nacional uma reforma política que favoreça, se não uma imitação tupiniquim do bolivarianismo chavista, pelo menos a garantia de sua permanência no poder. Mas a acachapante maioria no Legislativo não bastou para aprovar o que os maiorais do socialismo caboclo consideram fundamental para manter suas "boquinhas". Agora o povo foi para a rua e a chefe do governo tentou incontinenti surrupiar suas palavras de ordem para convocar uma Constituinte exclusiva, capaz de satisfazer os caprichos que a reforma constitucional não possibilitou. O óbvio golpe sujo não colou, mas ela mantém idêntica embromação em forma de consulta popular, o plebiscito.

Acontece que as multidões ocuparam as ruas para reclamar, primeiro, da elevação da tarifa do transporte público. E daí em diante, sem oposição à altura que os represente na democracia, os manifestantes passaram a protestar contra o óbvio: a inflação, a impunidade, a violência, a corrupção e, sobretudo, a péssima prestação de serviços por um Estado que cobra um absurdo de impostos. A Central Única dos Trabalhadores (CUT), braço sindical do PT (ou será o contrário?), foi rechaçada a pauladas de manifestação no Rio. E ninguém no País ouviu os gritos de "fascistas" com que militantes esquerdistas tentaram abafar o clamor apartidário que abortou a tentativa de infiltrar bandeiras do partido e camisas vermelhas numa passeata na Avenida Paulista. Esses invasores obedeciam à palavra de ordem do presidente nacional petista, Rui Falcão, que queria reverter a onda contra políticos numa manifestação a favor de Dilma e seus correligionários, alvos prioritários da insatisfação generalizada.

A resposta do governo foi de um cinismo atroz. Com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante Oliva, no papel de Richelieu do Cerrado, dona Dilma pediu ao povo na rua o aval para uma reforma política de interesse exclusivo de sua grei. O PT quer lista fechada de candidatos indicados pela oligarquia partidária para furtar do eleitor o direito de escolher seu parlamentar preferido. E financiamento público exclusivo para campanha eleitoral para extorquir do bolso do contribuinte despesas de propaganda de candidatos, cada vez mais altas. O cidadão já contribui para o tal Fundo Partidário e está com as finanças exauridas de tanto patrocinar vantagens e benesses dos "pais da Pátria".

Ao fazê-lo, ela diz que está ouvindo a "voz rouca das ruas". Mas o povo quer mudar tudo e ela só dará mais do mesmo. Enquanto seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciava que aumentará a carga tributária, com que o brasileiro não suporta mais arcar, para pagar promessas feitas para dissolver as passeatas das massas, ela reuniu 37 de seus 39 ministros, quase todos recrutados das bancadas dos partidos que alicia para seu palanque para a reeleição.

Talvez ela não tenha nomeado um ministro para cuidar das redes sociais porque o 40.º à mesa lembrará certo conto das 2.001 noites. Tal referência certamente não é nada agradável enquanto Rosemary Noronha, amiguinha íntima de seu padrinho e antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, protagoniza um escândalo em que é acusada pela Polícia Federal (PF) de fazer parte de uma quadrilha que traficava influência na cúpula federal. Por que Dilma não aproveita a capacidade auditiva que nunca tinha demonstrado antes para dispensar seu ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, da condição de Maquiavel do Planalto para que ele solucione este caso e descubra quem lucrou com a tenebrosa transação da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás?

Mas ela preferiu foi se aproveitar com desfaçatez oportunista da conquista da Copa das Confederações, definindo a própria gestão, contestada em praça pública, como "padrão Felipão". Mesmo tendo o Datafolha revelado na véspera sua queda de 27 pontos porcentuais e a constatação de que já não ganharia a reeleição no primeiro turno. Em vez de reunir o Ministério, cujo número a incapacita de conversar com um por um, ela deveria tê-lo reduzido a 12, número fixado por Jesus Cristo como ideal para uma equipe administrável. Mas como esperar isso de quem convoca governadores, prefeitos, sindicalistas, gays e lésbicas para que a escutem, e não para ouvi-los?

Pelos decibéis de suas broncas em subordinados, que contrastam com o papel de boneco de Olinda (só que falante!) que ela desempenha em pronunciamentos públicos convocados para embromar os cidadãos, que trata como súditos, Dilma deve ter muita dificuldade em ouvir a própria voz. Quanto mais a dos interlocutores que convoca para... escutá-la! Seus berros de "otoridade", porém, não impedirão que os clamores da rua cheguem às casas dos brasileiros. A queda vertiginosa nas pesquisas deixa claro que as favas para a reeleição já não são contadas e, se ainda é cedo para prever sua eventual derrota no pleito, não custa lembrar que a galáxia de adesões obtidas com a barganha de cargos por apoio parlamentar pode encolher com os índices de prestígio.

De fato, seu antecessor e padrinho Lula caiu para 28 pontos (dois menos do que ela agora) na pesquisa Datafolha feita à época em que o mensalão foi denunciado e, ainda assim, se reelegeu. Só que agora o julgamento desse escândalo no Supremo Tribunal Federal STF) e a condenação de seus companheiros Dirceu e Genoino deram à Nação a certeza de que seu partido em nada contribuiu para reduzir a corrupção no País. E se ela continuar condescendendo com a inflação e a impunidade, os cidadãos poderão sair de suas casas e das ruas para votar contra a perenização do status quo que os deixa indignados.

* JOSÉ NÊUMANNE É JORNALISTA, POETA E ESCRITOR.

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Fonte:
veja.com.br + Estadão

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1 comentário

  • Maurício Carvalho Pinheiro São Paulo - SP

    Oh! Lauro Jardim ! O ponto que ganha as eleições para o PT e safados é o que induz (crime eleitoral) os 70% de semi-analfas que votam (são obrigados para receber o Bolsa Esmola e outros pagamentos),o voto desses coitados em quem supostamente lidera pelas pesquisas encomendadas e/ou compradas e que dizem "se a eleição fosse hoje seria eleita(o)já no 1º turno" o que nunca ocorreu depois do FHC !!! São entrevistas de 1/2 duzia de gatos pingados, que não se sabe nem quantos nem onde foram entrevistados, mas devem ser todos letrados e muito bem informazdos, pois respondem perguntas dignas de muita sapiencia !!! Dê uma olhada nessas pesquisas, por faixas de renda, por sexo, por instrução, por idade, etc. (são 23 os itens no questionário padrão)se voce conseguir arrancar desses institutos. O Datafolha me respondeu que "o formato de uma delas não permitia identificar, será porque era de "mentirinha" ??? Eu tenho essa resposta por escrito

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