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Aftosa: Segunda etapa da vacinação começa dia 1º de novembro em São Paulo

Publicado em 31/10/2012 16:47 598 exibições
Bovinos e bubalinos de todas as idades devem ser vacinados até 30 de novembro.
A segunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa tem início nesta quinta-feira, 1º de novembro, em todo o território paulista. O criador tem até o dia 30 do mesmo mês para vacinar bovinos e bubalinos, independente da idade. 

A campanha é uma iniciativa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e é executada pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), instituição vinculada à SAA, através dos 40 escritórios regionais (EDAs). 

Com base na etapa de novembro de 2011, o total desses animais no Estado compreende a 11.169.346, sendo 11.094.436 bovinos e 74.910 bubalinos. 

Para comprovar a vacinação o pecuarista deverá apresentar a nota fiscal de aquisição da(s) vacina(s) junto com a declaração (com todos os campos preenchidos e sem rasuras), do rebanho bovino e bubalino por faixa etária e sexo. Os documentos devem ser entregues nas Unidades de Defesa Agropecuária até dia 7 de dezembro. 

O criador paulista também é obrigada a informar todos os animais de outras espécies existentes na propriedade, como equídeos (equinos, asininos e muares), suídeos (suínos, javalis e javaporco), ovinos, caprinos, granjas de aves domésticas e criatórios de avestruzes. 

“Se o pecuarista vacina, mas não entrega a declaração no prazo, os animais não constarão como vacinados, o que prejudica o índice no Estado. A não entrega do formulário é o motivo da autuação”, alerta o diretor do Centro de Defesa Sanitária Animal, José Eduardo Alves de Lima. 

O produtor que deixar de aplicar a vacina será penalizado com auto de infração de 5 Ufesps (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), ou R$ 92,20. Já quem não comunicar a vacinação dentro do prazo, recebe auto de infração de 3 Ufesps por cabeça (R$ 55,32).O valor de cada Ufesp é R$18,44. 

A ação intensiva por parte dos técnicos e principalmente dos pecuaristas faz com que há 16 anos não seja registrado nenhum foco da doença em São Paulo. Por esse motivo o Estado é reconhecido como área livre de febre aftosa com vacinação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pela Organização Mundial de Epizootias - OIE. 

O Programa Estadual de Erradicação da febre aftosa tem como meta principal a declaração de área livre de febre aftosa sem vacinação. 

VACINAÇÃO 
Os criadores devem observar alguns cuidados para garantir uma boa vacinação: 

- adquirir vacina somente em estabelecimentos cadastrados pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária. A legislação proíbe a o uso de vacinas contra a febre aftosa adquiridas em etapas anteriores;   

- A vacina deve ser conservada em temperaturas entre 2 (dois) e 8 (oito) graus centígrados até o momento da aplicação, caixa isotérmica (isopor) contendo no mínimo dois terços de seu volume em gelo. Nunca deve ser congelada; 

- escolher o horário mais fresco do dia para realizar a aplicação; 

- Aplicar a vacina preferencialmente no terço médio do pescoço (tábua do pescoço). A dose é de 5 ml, independente da idade do animal. 
  
- usar somente seringas e agulhas devidamente higienizadas sem o uso de produtos químicos (nem álcool, nem cloro); 

- substituir a agulha com frequência, para evitar infecções; 

- manter os frascos resfriados durante a operação; 

- classificar os animais por faixa etária e sexo, para evitar acidentes durante o processo. 
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Fonte:
Sec. Agricultura de SP

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