Boi Gordo: Preço da arroba cai 15% em dezembro informa o Ministério da Agricultura

Publicado em 30/12/2019 19:13
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São Paulo, 30/12 - O preço da arroba do boi gordo registrou queda média de 15% no mês de dezembro, segundo o Ministério da Agricultura. "Esse recuo interrompe a alta de 28,5% contabilizada ao longo dos últimos seis meses nos principais mercados do País", disse a pasta, em nota.

"Em Mato Grosso do Sul, o recuo foi de R$ 220 para R$ 190." A avaliação do diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento, Sílvio Farnese, é de que o cenário indica uma acomodação dos preços no atacado, com reflexos positivos no varejo no curto prazo. Para ele, o comportamento dos preços se deve à regulação do mercado, com melhor equilíbrio entre a oferta e a procura. 

--"Para o consumidor, a redução dos preços deverá ser sentida nas próximas semanas, com a renovação de estoques por parte dos supermercados. Na última semana, já foi observada queda no valor de cortes de traseiro, que têm cotações mais elevadas e mais sensíveis às variações de demanda. Um exemplo é a alcatra que teve a maior desvalorização, com 4,5% de queda no preço nos últimos sete dias", afirma a pasta na nota.

A tendência para os próximos meses, segundo Farnese, é de estabilização dos preços. "Não há margem para aumentos futuros", disse.

Asbia prevê venda de 18 milhões de doses de sêmen neste ano

São Paulo, 30/12 - A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) prevê ultrapassar 18 milhões de doses de sêmen comercializadas em 2019. O cálculo, do presidente da entidade, Márcio Nery Magalhães Júnior, considera "o crescimento significativo nas vendas registradas no decorrer do ano".

Até setembro, foram 11.450.505 doses, contra 9.701.282 no mesmo período de 2018.

Segundo Magalhães Júnior, a expectativa para 2020 é crescer mais. "Trabalhamos com a possibilidade de chegar acima dos 22 milhões de doses comercializadas, abrangendo as vendas diretas para clientes, exportações e prestações de serviço", disse ele em nota. Esse resultado representaria um crescimento de 22 a 24%.

"O criador realmente acordou para o impacto da genética dentro do negócio dele - não só no aumento da produtividade, mas também na redução dos custos na fazenda", avalia o executivo.

Para o presidente da Asbia, o incremento também reflete o aumento do uso da genética de corte em vacas de leite - a tecnologia beef on dairy - e a maior utilização da IATF (inseminação artificial em tempo fixo) em rebanhos leiteiros.

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Fonte:
Agência Estado

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