Habilitação de sete estabelecimentos brasileiros para exportação de soro fetal bovino para a China
O governo brasileiro recebeu com satisfação a decisão do governo chinês, anunciada nesta segunda-feira (8), de habilitar sete frigoríficos nacionais a exportar soro fetal bovino para aquele mercado. Três dos estabelecimentos estão em Goiás, dois em São Paulo, um no Mato Grosso do Sul e um em Minas Gerais.
O soro fetal bovino é um componente fundamental para o cultivo de células em laboratório, contribuindo para avanços na pesquisa biomédica e na produção de vacinas e medicamentos.
Esta é a segunda grande habilitação pela China de estabelecimentos para exportação em menos de um mês. Em meados de março, foram concedidas 38 autorizações, sendo oito abatedouros de frango, 24 de bovinos, um estabelecimento de termoprocessamento de carne bovina e cinco entrepostos.
“Essas novas habilitações são frutos do bom relacionamento estabelecido com a República Popular da China desde o início desta gestão. Graças à liderança do presidente Lula e dos ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Mauro Vieira (Relações Exteriores), estamos testemunhando um grande avanço nas relações comerciais, com a autorização de uma ampla gama de estabelecimentos para exportar carne bovina e seus subprodutos para aquele país. Isso é motivo de grande entusiasmo para todos nós”, afirmou Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.
As novas habilitações são resultado do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
0 comentário
CNA solicita medidas emergenciais para reverter falta de vacinas para a pecuária
Confinamento reacende interesse dos pecuaristas neste ano?
Boi Gordo: Consultor da Hegde Agro Consultoria avalia cenário de oferta elevada, mercado futuro e perspectivas para o segundo semestre
PECUÁRIA E MERCADO - EDIÇÃO 11/05/2026
Mercado de bezerros segue disposto a pagar mais por animais de qualidade
Pessimismo do mercado do boi com fim das cotas chinesas descarta fatores que podem reverter esse cenário