Exportações de carne bovina somam 137,2 mil toneladas até a segunda semana de setembro
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Os embarques de carne bovina in natura, fresca e congelada seguem registrando bom desempenho, sendo que foram exportadas 137,2 mil toneladas até a segunda semana de setembro/25, conforme divulgado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados nesta segunda-feira (15).
No ano passado, o volume exportado de carne bovina em setembro alcançou 251,6 mil toneladas. A expectativa é que a demanda chinesa continue impulsionando os embarques de carne bovina neste mês de setembro.
Já com relação à média diária exportada, a média diária ficou próxima de 13,7 mil toneladas e teve um avanço de 14,6% frente a média diária do ano anterior, que ficou em 11,9 mil toneladas.
O faturamento para a carne bovina na segunda semana de setembro/25 ficou em US$ 771.131,6 milhões, sendo que em agosto do ano anterior a receita total foi de US$ 1.135,823,2 bilhão.
A média diária do faturamento na segunda semana de setembro ficou em US$ 77.112,2 milhões e registrou um ganho de 42,6%, frente ao observado no mês de setembro do ano passado, que ficou em US$ 54.086,8 milhões.
Os preços médios pagos pela carne bovina ficaram próximos de US$ 5.617,4 mil por tonelada até a segunda semana de setembro/25, isso representa um ganho anual de 24,4%, quando se compara com os valores observados em setembro de 2024, em que estavam precificados em US$ 4.514,7 mil por tonelada.
O Brasil exportou 295,3 mil toneladas de carne bovina (in natura + processada) em agosto de 2025, segundo dados compilados pelo Cepea. O destaque mais uma vez foi a China, que respondeu por 53,5% do volume total. Apenas no mês, o país asiático comprou 158,1 mil toneladas, repetindo o patamar recorde já registrado em julho.
Segundo o Cepea, julho e agosto registraram os maiores volumes mensais já exportados para a China, ambos acima de 158 mil toneladas. O desempenho reforça a relevância do país asiático como principal destino da carne bovina brasileira.
“No entanto, o levantamento alerta: caso esse patamar recorde não se sustente nos próximos meses, a maioria dos grandes estados produtores deve sentir o impacto da redução da demanda chinesa, dada a elevada concentração das exportações nesse mercado”, informou o Cepea.
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