Mecanização das lavouras de café reduz oferta de emprego em MG

Publicado em 09/06/2014 08:15 572 exibições

No sul de Minas Gerais, a mecanização da colheita do café está reduzindo o número de trabalhadores no campo. Pouca gente de fora da região foi contratada nesta safra.

Em uma fazenda em Cabo Verde, no sul do estado, há pouco mais de 120 mil pés de café plantados. Em anos anteriores, cerca de 50 trabalhadores do norte de Minas e de outros estados, como o Paraná, eram contratados, mas nesta safra, a colheita está sendo feita por apenas 15 apanhadores da região.

Leia a íntegra no Globo Rural

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Globo Rural

4 comentários

  • Ronaldo Zanon Canarana - MT

    Sr. Vitor, eu sou produtor de soja mas os problemas são comuns o que quero dizer e que tenho que penssar duas vezes antes de contratar alguem para trabalhar na minha fazenda pois se chegar um fiscal do ministerio do trabalho e por qualquer motivo eu esteja descumprindo alguma das normas absurdas da NR31 eu sou multado ou ate enquadrado como trabalho escravo. não estou dizendo que todas as regras estão erradas, concordo com varias, mas tem coisa que nem os proprios fiscais tem em sua casa ou trabalho e cobram quem emprega.

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  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

    Sr Ronaldo,você tem toda razão...Mas o Govêrno deveria fazer um grande plano de recolocação do homem no campo, desonerando a folha de pagamentos, porque este trabalhador poderia ser meieiro em diversis plantios...A vantagem deste plano é que desocuparia as cidades que já não conseguem absorver tanta gente...O campo vazio e as cidades cheias...até quando vai perdurar esta situação?

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  • Ronaldo Zanon Canarana - MT

    Sr. Vitor, concordo com o sr. Mas alem disso temos uma lei trabalhista onde o custo e exigencias sao tão grandes e muitas absurdas que obriga o produtor a mecanizar pois o risco de contratar se tornou alto demais.

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  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

    Não é a mecanização que está reduzindo a oferta de emprego...O que está acontecendo é um reflexo da falta de uma política de manter o homem no campo...Há anos que as fazendas vão sendo esvasiadas e as cidades ocupadas indistintamente por famílias que chegam sem ao menos terem para onde ir...engrossando, talvez, os movimentos dos sem teto ou dos sem terra...As escolas rurais foram abandonadas pelo êxodo, bem como as casas dos colonos que em muitas propriedades continuam a espera de ocupação...Simplesmente, por falta de uma política coerente com esta situação, o produtor não tem outra alternativa senão mecanizar, apesar dos custos, para poder sobreviver...porque a atividade atualmente não é mais lucrativa e sim de sobrevivência...

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