Após abrir em baixa expressiva, café limita perda e passar operar com quedas técnicas em NY e Londres

O mercado futuro do café arábica, que abriu o dia com altas expressivas, limitou as perdas e passou a operar com quedas técnicas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 12h36 (horário de Brasília), março/21 tinha queda de 65 pontos, valendo 124,60 cents/lbp, maio/21 recuava 55 pontos, negociado por 126,50 cents/lbp, julho/21 tinha baixa de 55 pontos, valendo 128,05 cents/lbp e setembro/21 registrava queda de 55 pontos, valendo 129,35 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também limitou as baixas e passou a operar com quedas técnicas. Janeiro/21 tinha queda de US$ 5 por tonelada, valendo US$ 1357, março/21 operava com estabilidade valendo US$ 1380, maio/21 tinha queda de US$ 1 por tonelada, negociado por US$ 1387 e julho/21 tinha baixa de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 1400.
O mercado financeiro abriu o dia com grande aversão ao risco. Segundo Haroldo Bonfá, analista de mercado da Pharos Consultoria, a informação sobre um novo Lockdown no Reino Unido, além de novas medidas de segurança em toda Europa, devem pesar sobre todos os mercados nesta segunda-feira.
Em relação ao mercado de café, operadores voltam a sentir insegurança quanto ao consumo da bebida. Até o momento, analistas destaca que mercado de café manteve a estabilidade durante a Covid-19, porém uma segunda onda de contaminação eleva as preocupações em todo o setor cafeeiro.
Leia Mais:
+ Rabobank: Brasil deve aprovar de 400 a 900 mil sacas de cafés certificados na ICE em 2021
0 comentário
Café fecha semana com arábica pressionado e robusta em alta nas bolsas
Safra de café do Brasil tem início mais lento, com 9% colhido, diz Safras & Mercado
Crescimento do consumo e cafés especiais ditam encerramento do segundo dia do XXV Seminário Internacional do Café
Café fecha em alta com preocupação de que El Niño possa afetar a próxima safra do BR
Safra de café do Brasil será recorde, mas de arábica não, indica Rabobank
Produtor de café do Brasil avalia que nova safra ainda não bate 2020 e negócios travam