Após quedas expressivas, NY abre com pouca variação e Londres volta a subir nesta 6ª feira

Publicado em 18/06/2021 09:16 800 exibições
Operadores de olho nas chuvas no BR e na retomada da Colômbia

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O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta sexta-feira (18) com leves baixas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os contratos começam o dia com poucas variações após uma sessão de quedas generalizadas no mercado financeiro na quinta-feira (17). 

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Por volta das 09h13 (horário de Brasília), setembro/21 tinha queda de 35 pontos, valendo 151,25 cents/lbp, dezembro/21 tinha baixa de 35 pontos, negociado por 154,25 cents/lbp, março/22 registrava queda de 40 pontos, valendo 156,90 cents/lbp e maio/22 registrava baixa de 40 pontos, valendo 158,30 cents/lbp. 

O setor cafeeiro segue acompanhando as condições das lavouras brasileiras, e apesar de no exterior o mercado justificar os movimentos de queda com as últimas chuvas no parque cafeeiro, aqui no Brasil analistas apontam que o cenário segue sendo de preços firmes para o café, considerando a diminuição nos embarques no mês de maio e o volume de chuva que segue abaixo da média esperada. 

Além disso, o setor acompanha a retomada das exportações da Colômbia, depois de mais de um mês com os portos paralisados.  "Os preços do café estão sob pressão depois que a Federação Nacional dos Cafeicultores disse na quinta-feira que a remoção dos bloqueios na Colômbia permitiu que o café fosse levado aos portos e as exportações fossem retomadas", afirmou a análise do site internacional Barchart. 

As exportações da Colômbia, segundo maior produtor de café tipo arábica do mundo, registraram queda de 52% em maio, consequência da onda de protestos e violência que tomou o país. Os protestos foram contra o novo projeto de reforma tributária do governo colombiano, anunciado em abril. A Colômbia é o segundo maior produtor mundial de arábica.

Já na Bolsa de Londres, o café tipo conilon voltou a operar com valorização neste pregão. Setembro/21 tinha alta de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 1611, novembro/21 registrava valorização de US$ 13 por tonelada, negociado por US$ 1632, janeiro/22 operava com altas de US$ 17 por tonelada, valendo US$ 1649 e março/22 tinha alta de US$ 16 por tonelada, valendo US$ 1660.

Mercado Interno - Última sessão 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 2,92% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 832,00, Poços de Caldas/MG registrou baixa de 1,75%, negociado por R$ 840,00, Araguarí/MG teve queda de 1,19%, valendo R$ 830,00, Varginha/MG registrou baixa de 1,73%, valendo R$ 850,00, Campos Gerais/MG encerrou com baixa de 1,75%, negociado por R$ 844,00 e Franca/SP teve queda de 2,94%, valendo R$ 825,00.

O tipo cereja descascado teve queda de 2,75% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 885,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 1,68%, negociado por R$ 880,00, Varginha/MG teve queda de 2,94%, negociado por R$ 890,00 e Campos Gerais/MG registrou baixa de 1,63%, valendo R$ 904,00.

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Por:
Virgínia Alves
Fonte:
Notícias Agrícolas

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