Café: Nova York monitora previsão de chuvas no Brasil e arábica ganha mais de 1%
![]()
No início da tarde desta quinta-feira (23), o mercado futuro do café arábica registrava 1.73% de valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
De acordo com Haroldo Bonfá, analista de mercado da Pharos Consultoria, apesar da previsão indicar condição de chuvas na região do parque cafeeiro, os volumes ainda ficam abaixo do que o necessário e essa condição é o que justifica a valorização neste pregão.
Por volta das 11h56 (horário de Brasília), dezembro/21 tinha alta de 305 pontos, valendo 187,90 cents/lbp, março/22 tinha valorização de 315 pontos, cotado a 190,80 cents/lbp, maio/22 tinha alta de 305 pontos, valendo 191,90 cents/lbp e julho/22 registrava alta de 290 pontos, valendo 192,50 cents/lbp.
Em Londres, o café conilon também tem valorização. Novembro/21 tinha alta de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 2145, janeiro/22 tinha alta de US$ 4 por tonelada, cotado a US$ 2114, março/22 registrava valorização de US$ 11 por tonelada, valendo US$ 2064 e maio/22 tinha alta de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 2037.
O setor cafeeiro segue acompanhando as condições climáticas no Brasil, e aguardando a retomada das chuvas. As atualizações mais recentes dos modelos meteorológicos sinalizam o retorno das chuvas na próxima semana em todas as áreas de produção de café do Brasil. Além da seca prolongada, as chuvas serão importantes para entender o impacto das geadas na safra de 22.
0 comentário
Café robusta fecha em queda em Londres; feriado nos EUA mantém mercado do arábica sem negociações
Safra de café do Brasil 2026/27 chega a 52%, contra 60% no ano passado, aponta Safras & Mercado
Mercado do café opera apenas com o robusta nesta sexta-feira; Bolsa de Nova York está fechada pelo feriado da Independência dos EUA
Após sequência de altas, café arábica recua em Nova York e robusta encerra sessão em alta
"Sem café eu nem existo": o que a ciência explica sobre essa necessidade diária
Café abre quinta-feira com comportamento misto nas bolsas, enquanto mercado acompanha ritmo da colheita no Brasil