Café: Observando volume de chuvas no BR, NY salta mais de 2% nesta 5ª
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No início da tarde desta quinta-feira (7), o mercado futuro do café arábica registrava mais de 2% para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Às 11h50 (horário de Brasília), dezembro/21 tinha alta de 415 pontos, negociado por 197,60 cents/lbp, março/22 registrava alta de 405 pontos, cotado a 200,45 cents/lbp, maio/22 tinha alta de 405 pontos, valendo 201,60 cents/lbp e julho/21 registrava alta de 400 pontos, negociado por 202,15 cents/lbp.
"A gangorra do café está muito ligada às previsões de chuvas e ao câmbio. Hoje, de novo, o que influência é a quantidade de chuva vai cair nas regiões cafeeiras", comenta o analista de mercado Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria.
As chuvas já começaram a chegar no parque cafeeiro, com potencial para abertura de floradas em várias áreas, mas ainda de forma muito tímida e irregular. Segundo as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas continuam chegando, devem atingir áreas cafeeiras em Minas Gerais, São Paulo e Paraná, e deixam parte das áreas em estado de alerta para temporais.
Mesmo com o retorno, o setor segue em alerta já que com a intensa seca prolongada e as altas temperaturas dos últimos meses, ainda não se sabe o real impacto no potencial produtivo para 2022. O quadro se agravou com as geadas de julho, e apesar de ainda não ser possível quantificar o tamanho do impacto, os danos já existem. As chuvas aliviam, mas não recuperam o potencial da planta.
Já na Bolsa de Londres, o café tipo conilon opera próximo da estabilidade. Novembro/21 tinha queda de US$ 5 por tonelada, negociado por US$ 2111, janeiro/22 registrava baixa de US$ 7 por tonelada, cotado a US$ 2109, março/22 tinha baixa de US$ 4 por tonelada, valendo US$ 2068 e maio/22 tinha baixa de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 2047.
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