Produção de café arábica na Colômbia cai 31% em setembro; exportação recua 25%
![]()
A produção de café arábica na Colômbia teve queda de 31% no mês de setembro, de acordo com dados recentemente atualizados pela Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC). O país vizinho, segundo maior produtor de café arábica do mundo, produziu 834 mil sacas de 60 quilos. No mesmo mês no ano passado, a produção foi de pouco mais de 1,2 milhão de sacas.
Há alguns meses a Colômbia vem divulgando queda na produção e entre os meses de janeiro e setembro, a produção caiu 10% para quase 8,2 milhões de sacas. No mesmo período no ciclo anterior, os colombianos produziram pouco mais de 9 milhões de sacas.
Nos últimos 12 meses (outubro 2021- setembro 2022), que coincidem com o ano café, a produção chegou a 11,7 milhões de sacas, 13% menor em relação a quase 13,4 milhões de sacas colhidas no período anterior
Os problemas climáticos, como o excesso de chuva, justificam a baixa na produção. O mercado trabalha com a Colômbia tendo uma produção que não deve ultrapassar 12 milhões de sacas neste ano.
Exportação
A queda na exportação colombiana também foi expressiva no mês passado. Os dados da FNC mostraram recuo de 25%, para 820 mil sacas, contra quase 1,1 mi exportadas no mesmo período no ano passado.
"Até agora neste ano, as exportações de café caíram 6% para perto de 8,6 milhões de sacas de 60 kg de café verde contra mais de 9,1 milhões de sacas colocados nos mercados internacionais há um ano", afirma a publicação.
Nos últimos 12 meses, que coincidem com o ano cafeeiro, as exportações Tocaram as 11,9 milhões de sacas de 60 kg, 7% menos em relação às quase 12,8 milhões de sacas exportadas no mesmo período anterior.
0 comentário
Café fecha em forte queda nesta 5ª feira com pressão de safra maior no Brasil
CNC rebate críticas sobre trabalho no campo e alerta para generalizações na cafeicultura brasileira
Café inicia quinta-feira em leve baixa nas bolsas, com mercado atento à oferta e custos no Brasil
Contratos futuros do café sofrerão queda acentuada até o final de 2026, aponta pesquisa
Café fecha em queda nas bolsas com pressão de custos e avanço da colheita no radar
Café raríssimo pode chegar a US$ 20 mil por saca e revela aposta de produtor brasileiro em nicho premium