Café: Nova York tenta avançar, mas chuvas no Brasil impedem recuperação mais significativa
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O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quarta-feira (7) com leves altas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Desde ontem, o café tenta avançar no mercado futuro e chegou até ter suporte na queda da produção da Colômbia, mas opera com ajustes técnicos. As chuvas no Brasil dão ao mercado a expectativa de uma safra cheia no ano que vem, o que limita os ganhos em Nova York. Por aqui, o produtor segue operando apenas a medida que precisa de caixa, cenário que deve durar até a virada do ano, de acordo com analistas.
Por volta das 09h01 (horário de Brasília), março/23 tinha valorização de 40 pontos, negociado por 163,90 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 40 pontos, cotado por 164,50 cents/lbp, julho/23 tinha valorização de 65 pontos, valendo 165,15 cents/lbp e setembro/23 tinha queda de 35 pontos, cotado por 164,15 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon abriu com ajustes técnicos. Março/23 tinha alta de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 1886, maio/23 tinha alta de US$ 5 por tonelada, cotado por US$ 1861, julho/23 tinha alta de US$ 5 por tonelada, negociado por US$ 1845 e setembro/23 era negociado por US$ 1831 - sem variações.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 1,03% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 981,00, Patrocínio/MG teve alta de 1,04%, valendo R$ 970,00, Machado/MG teve alta de 0,53%, cotado por R$ 955,00 e Franca/SP manteve a estabilidade por R$ 1.020,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 1,04% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.070,00, Patrocínio/MG teve alta de 1%, valendo R$ 1.010,00, Campos Gerais/MG teve valorização de 1,05%, valendo R$ 965,00 e Franca/SP manteve a estabilidade por R$ 1.020,00.
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