Depois de abrir com desvalorização, café vira e volta a subir em Nova York
![]()
Depois de abrir o dia com desvalorização, o mercado futuro do café arábica voltou a operar com valorização para os principais contratos no pregão desta sexta-feira (27) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
O café tem suporte na expectativa de demanda aquecida nos próximos meses com a retomada da economia em importante polos consumidores. Do lado da produção, os números da Conab apontam para uma safra de 54 milhões de sacas, volume ainda considerado baixo após dois anos de safra frustrada no Brasil. Ainda assim, o produtor segue cauteloso e pouco participa do mercado. No Brasil, as chuvas continuam nas principais áreas de produção do país.
Por volta das 12h22 (horário de Brasília), março/23 tinha alta de 165 pontos, valendo 168,80 cents/lbp, maio/23 tinha alta de 155 pontos, valendo 168,80 cents/lbp, julho/23 tinha alta 168,10 cents/lbp, valendo 168,10 cents/lbp e setembro/23 tinha valorização de 150 pontos, cotado por 166,60 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com valorização. Maio/23 tinha alta de US$ 23 por tonelada, negociado por US$ 1985, julho/23 tinha alta de US$ 21 por tonelada, valendo US$ 1952, setembro/23 tinha alta de US$ 23 por tonelada, negociada por US$ 1921 e novembro/23 tinha alta de US$ 21 por tonelada, valendo US$ 1899.
0 comentário
Robusta recua em Londres em sessão marcada por feriado nos EUA
Expocacer mira novos mercados e aposta em safra maior no Cerrado Mineiro
Anuário do Cooperativismo Mineiro 2026 aponta evolução da Expocacer
Lavouras de café danificadas pelo granizo? Confira orientações para a recuperação
Colheita de café canéfora sustenta ritmo dos trabalhos nos cafezais do país, aponta Safras
Café perde força no fim do pregão, mas clima no Brasil segue sustentando mercado