Pressão da colheita continua e arábica abre mais um dia com desvalorização
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quarta-feira (21) estendendo as baixas na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O preço do café continua sendo pressionado pelas boas condições do tempo para colheita no Brasil. Com as condições atuais nos preços, os produtores pouco participam do mercado neste momento.
"Os negócios fechados são de produtores que precisam fazer caixa rapidamente, para enfrentar as despesas de colheita, mas o volume é pequeno para esta época de início de safra", afirma a análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 08h14 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de 75 pontos, negociado por 175,35 cents/lbp, dezembro/23 tinha baixa de 75 pontos, negociado por 173,90 cents/lbp, março/24 tinha queda de 75 pontos, cotado por 174,25 cents/lbp e maio/24 tinha queda de 65 pontos, negociado por 175,15 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o tipo conilon também abriu com desvalorização. Setembro/23 tinha queda de US$ 25 por tonelada, negociado por US$ 2745, novembro/23 tinha queda de US$ 16 por tonelada, negociado por US$ 2669, janeiro/24 tinha baixa de US$ 13 por tonelada, cotado por US$ 2598 e março/24 tinha desvalorização de US$ 5 por tonelada, negociado por US$ 2573.
0 comentário
Café fecha em queda nas bolsas, mas estoques apertados e riscos climáticos seguem no radar do mercado
Café: Mercado ignora estoques apertados e aposta na safra brasileira para derrubar preços, diz Eduardo Carvalhaes
Café inicia a terça-feira com arábica em alta e robusta em baixa
Colômbia reage após meses difíceis, mas Brasil segue ampliando vantagem no mercado global de café
Café termina o dia sem direção única com mercado dividido entre colheita e clima no Brasil
CNC lança cartilha de orientação e nota técnica aos cafeicultores atingidos por granizo