Arábica testa novas altas, mas monitora colheita no Brasil nesta 2ª feira
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta semana testando novas altas para os preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Os negócios continuam travados, com o mercado monitorando a colheita da safra do Brasil - que pode voltar a pressionar as cotações. As condições do tempo continuam favorecendo os trabalhos no campo. Monitora ainda os estoques certificados da ICE que continuam registrando baixas, o que poderia dar novo suporte de valorização.
"O ritmo de queda diminuiu, em razão dos estoques restantes serem de cafés da América Central, desmerecidos na qualidade, de algumas safras atrás, recertificados, e depositados na Europa", acrescenta a última análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 09h09 (horário de Brasília), setembro/23 tinha alta de 15 pontos, negociado por 161,50 cents/lbp, dezembro/23 avançava 40 pontos, cotado por 161,35 cents/lbp, março/24 tinha alta de 35 pontos, valendo 162,50 cents/lbp e maio/24 tinha alta de 35 pontos, negociado por 162,50 cents/lbp.
Em Londres, o conilon também abriu com valorização. Setembro/23 tinha alta de US$ 21 por tonelada, negociado por US$ 2633, novembro/23 tinha valorização de US$ 19 por tonelada, negociado por US$ 2507, janeiro/24 tinha alta de US$ 24 por tonelada, cotado por US$ 2436 e maio/24 tinha alta de US$ 28 por tonelada, valendo US$ 2402.
0 comentário
Café dispara nas bolsas e encerra sessão com ganhos expressivos diante de novas preocupações climáticas no Brasil
Empresa vende cafés produzidos por mulheres do Cerrado Mineiro na China
Café dispara nas bolsas nesta 5ª feira, com nova onda de preocupação climática no Brasil
Café abre esta quinta-feira em alta nas bolsas com mercado atento ao avanço da colheita e aos riscos climáticos
Café fecha em queda, mas atraso histórico da colheita acende alerta sobre oferta e qualidade da safra
Chuvas prejudicam a colheita do café no Sul de Minas