Tarifaço mantém pressão sobre o mercado cafeeiro, que busca novo rumo diante incertezas comerciais
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Após últimas informações da retira da taxa recíproca de 10% sobre a importação dos cafés do Brasil aos EUA, mas da continuidade dos 40% adicionais (em vigor desde agora deste ano), o mercado cafeeiro segue buscando um rumo diante tantas incertezas comercias.
Em entrevista para o Notícias Agrícolas, o diretor geral do Cecafé, Marcos Matos, alertou que com os concorretes diretos do Brasil ficando com tarifa zerada, eles passam então a ser ainda mais competitivos, agravando assim ainda mais a situação das exportações brasileiras do grão aos EUA, que já vêm apresentando quedas significativas desde setembro de 2025.
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Por volta das 10h20 (horário de Brasília) desta segunda-feira (17), as bolsas internacionais trabalhavam com fortes oscilações (principalmente NY), e avançavam nos futuros mais próximos, com o robusta trabalhando em Londres com ganhos de mais de 4%.
O arábica registrava alta de 260 pontos no valor de 402,20 cents/lbp no vencimento de dezembro/25, um aumento de 245 pontos negociado por 376,45 cents/lbp no de março/26, e um avanço de 190 pontos no valor de 358,80 cents/lbp no de maio/26.
Já o robusta trabalhava com baixa de US$ 120 no valor de US$ 4,429/tonelada no contrato de novembro/25, um aumento de US$ 191 no valor de US$ 4,414/tonelada no de janeiro/26, e um ganho de US$ 162 cotado por US$ 4,290/tonelada no de março/26.
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