Mercado cafeeiro trabalha com correção técnica e caminhava em campo misto na manhã desta 5ª feira (26)

Publicado em 26/02/2026 10:24
Clima segue colaborando para produtividade da safra brasileira

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Os preços do café mantém a volatilidade, e trabalhava em movimento de ajustes técnicos na manhã desta quinta-feira (26), com as bolsas registrando preços mistos nos futuros mais próximos.

A Hedgepoint Global Markets destaca que os futuros de Arábica acumulam forte queda em 2026. Desde o início do ano, os contratos de março e maio recuaram 16,1% e 12,9%, respectivamente, refletindo um movimento mais intenso de correção nas últimas semanas. 

A Safras & Mercado pontua que recentes aumentos nos estoques certificados da bolsa de NY também trouxeram ao mercado um sentimento de alívio em relação ao aperto na oferta. O mercado segue extremamente volátil, no entanto, e sujeito a correções de acordo com as notícias fundamentais e também às oscilações do dólar.

Segundo informações do Cepea, o clima ao longo deste mês tem colaborado com o desenvolvimento da safra brasileira de café 2026/27, com as precipitações nas áreas de cultivo de arábica sendo expressivas e benéficas. Esse cenário mantêm expectativas positivas para a atual temporada, que pode ser a primeira desde a safra 2020/21 a superar o patamar de 60 milhões de sacas no Brasil (somando arábica e robusta), o que seria um recorde. 

De acordo com a Reuters, o Rabobank projetou nesta quarta-feira (25) uma produção global recorde de café para 2026/27, de 180 milhões de sacas."Os corretores afirmaram que os estoques de arábica da ICE foram impulsionados por um recente influxo de suprimentos de Honduras e Nicarágua", completa ainda a agência de notícias.

Perto das 10h (horário de Brasília), o arábica caminhava com alta de 25 pontos no valor de 288,55 cents/lbp no vencimento de março/26, uma perda de 40 pontos no valor de 284,45 cents/lbp no de maio/26, e uma perda de 45 pontos negociado por 279,45 cents/lbp no de julho/26.

Já o robusta registrava ganho de US$ 96 no valor de US$ 3,759/tonelada no contrato de março/26, uma baixa de US$ 17 no valor de US$ 3,686/tonelada no de maio/26, e uma desvalorização de US$ 18 no valor de US$ 3,612/tonelada no de julho/26.

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Por:
Raphaela Ribeiro
Fonte:
Notícias Agrícolas

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