Exportação de carne bovina brasileira bate recorde em 2013 pelo quarto mês consecutivo

Publicado em 13/11/2013 14:40 876 exibições
Em outubro, frigoríficos brasileiros venderam 147 mil toneladas do produto, totalizando US$ 659,5 mil no período

Pelo quarto mês consecutivo em 2013, os frigoríficos brasileiros voltaram a bater recorde tanto de faturamento quanto de volume de carne bovina, ao negociar um total de US$ 659,5 mil, equivalente a 147,8 mil toneladas do produto. O crescimento em relação a setembro foi de 6,17% em faturamento e 5,15% em volume, como é possível verificar na tabela abaixo:
 

Mês a mês / 2013

Faturamento (Mil US$)

Volume (toneladas)

Janeiro

517.192

116.795

Fevereiro

437.160

96.826

Março

485.736

107.219

Abril

551.880

122.854

Maio

520.383

118.836

Junho

489.340

112.222

Julho

577.975

132.494

Agosto

   589.160

136.748

Setembro

621.267

140.619

Outubro

659.589

147.860

“O ano de 2013 tem sido excepcional para a agropecuária brasileira, obtendo um crescimento exponencial e consolidando o nosso papel de liderança no mercado exportador de carne bovina no mundo”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne).

Para atingir este novo recorde, a ampliação dos negócios com a Venezuela foi decisiva, mercado que comprou 92,9% mais carne do que no mesmo período de 2012, Hong Kong, com volume 64,2% superior a outubro do ano passado, e Rússia, com 44,1%.

No acumulado entre janeiro e outubro, foi registrado crescimento de 18,8% no volume e 12,5% no faturamento. No período, foram negociados 1,2 milhão de toneladas do produto, com um faturamento de US$ 5,449 milhões.

Os números têm sido resultado do amplo crescimento de mercados importadores como Hong Kong, cujos negócios com os frigoríficos brasileiros cresceram 83,4%, Venezuela (90,7%), Argélia (48,5%) e Estados Unidos (24%). Além disso, grandes mercados como Rússia e União Europeia, também tiveram leve crescimento no ano. “Mesmo assim, acreditamos que podemos incrementar nossa participação nestas regiões, em especial na Europa, onde ainda encontramos diversos entraves, como as barreiras comerciais para inserir nossa carne no continente”, afirma Camardelli.

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Fonte:
ABIEC

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