Exportação de carne bovina brasileira bate recorde em 2013 pelo quarto mês consecutivo
Pelo quarto mês consecutivo em 2013, os frigoríficos brasileiros voltaram a bater recorde tanto de faturamento quanto de volume de carne bovina, ao negociar um total de US$ 659,5 mil, equivalente a 147,8 mil toneladas do produto. O crescimento em relação a setembro foi de 6,17% em faturamento e 5,15% em volume, como é possível verificar na tabela abaixo:
|
Mês a mês / 2013 |
Faturamento (Mil US$) |
Volume (toneladas) |
|
Janeiro |
517.192 |
116.795 |
|
Fevereiro |
437.160 |
96.826 |
|
Março |
485.736 |
107.219 |
|
Abril |
551.880 |
122.854 |
|
Maio |
520.383 |
118.836 |
|
Junho |
489.340 |
112.222 |
|
Julho |
577.975 |
132.494 |
|
Agosto |
589.160 |
136.748 |
|
Setembro |
621.267 |
140.619 |
|
Outubro |
659.589 |
147.860 |
“O ano de 2013 tem sido excepcional para a agropecuária brasileira, obtendo um crescimento exponencial e consolidando o nosso papel de liderança no mercado exportador de carne bovina no mundo”, afirma Antônio Jorge Camardelli, presidente da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne).
Para atingir este novo recorde, a ampliação dos negócios com a Venezuela foi decisiva, mercado que comprou 92,9% mais carne do que no mesmo período de 2012, Hong Kong, com volume 64,2% superior a outubro do ano passado, e Rússia, com 44,1%.
No acumulado entre janeiro e outubro, foi registrado crescimento de 18,8% no volume e 12,5% no faturamento. No período, foram negociados 1,2 milhão de toneladas do produto, com um faturamento de US$ 5,449 milhões.
Os números têm sido resultado do amplo crescimento de mercados importadores como Hong Kong, cujos negócios com os frigoríficos brasileiros cresceram 83,4%, Venezuela (90,7%), Argélia (48,5%) e Estados Unidos (24%). Além disso, grandes mercados como Rússia e União Europeia, também tiveram leve crescimento no ano. “Mesmo assim, acreditamos que podemos incrementar nossa participação nestas regiões, em especial na Europa, onde ainda encontramos diversos entraves, como as barreiras comerciais para inserir nossa carne no continente”, afirma Camardelli.
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