Após passagem de ciclone bomba, sul do Brasil tem queda nas temperaturas e previsão de geadas

Publicado em 01/07/2020 10:38 e atualizado em 01/07/2020 12:03 2656 exibições

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O "Ciclone bomba" que assustou a região sul do Brasil na tarde da terça-feira (30) avançou para o oceano e pode influenciar novas rajadas de ventos na costa leste da região sul e sudeste nas próximas horas. Segundo Mamedes Luiz Melo, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ainda podem acontecer ventos entre 60 e 100 km/h. "O ciclone já avançou e atinge agora a costa leste das duas regiões e segundo a Marinha, podemos ter ondas de 4 metros de altura", afirma. 

A passagem do sistema assustou os moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. De acordo com dados coletados pelo Inmet, as rajadas mais fortes foram registradas em Indaial/SC - 121 km/h, Chapecó - 120 km/h e em Clevelândia/PR também de 120 km/h. Imagens enviadas ao Notícias Agrícolas mostram que além das fortes rajadas, o ciclone também levou muita chuva de granizo para o sul do Brasil.

>>> Ciclone bomba passa pelo sul com muito granizo, ventania e estragos; veja imagens 

A defesa civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta de chuvas fortes e intensas, válido até sexta-feira (3):

Quedas nas temperaturas e geadas 

Após a passagem do sistema, a previsão indica quedas expressivas nas temperaturas em toda a região sul do Brasil. Segundo Mamades, o Inmet continua monitorando possibilidade de neve para as regiões serranas de Santa Catarina na próxima madrugada. O ar seco e frio, além de derrubar as temperaturas, também deve influenciar as condições de geadas, que podem acontecer nos três estados na próxima madrugada. 

Segundo o mapa de previsão de geadas do Inmet, há previsão de geadas para todo o Rio Grande do sul e algumas áreas tem chances de geadas moderadas. Parte da região pode ainda registrar geadas com intensidade moderada na próxima madrugada. O modelo mostra ainda condição de geadas com intensidade fraca ou moderada para Santa Catarina e Paraná. 

 

Por:
Virgínia Alves
Fonte:
Notícias Agrícolas

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