O fim do jeitinho na produção de Feijão

Publicado em 31/10/2018 16:30
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O novo momento anticambalacho, que passa a ser a obrigação de todos buscar, precisa ir tomando conta das ações do dia a dia de cada um. Circulam agora, nas redes sociais, diversos lembretes de que levar vantagem indevida ou mesmo o jeitinho que nos orgulhou no passado recente nos colocou no “bico do corvo” como cidadãos quando as autoridades foram também dando seus jeitinhos. Mas em nosso meio também há muito que evoluir. Plantar grão, e não semente, usar defensivo contrabandeado ou sem origem conhecida ou ainda que não tenha recomendação para determinadas culturas fazem parte dos velhos hábitos que nos envergonham. Aplicar produtos proibidos para Feijão vai acabar levando o consumidor a fugir da dúvida e buscar segurança em produtos rastreados. Falar sobre isso neste momento pode parecer impróprio. Afinal o produtor amarga prejuízos, por exemplo, nas colheitas do estado de São Paulo, onde chega a custar R$ 125 e o produtor vendeu ontem entre R$ 105 um nota 8,5 e um extra por R$ 125, porém com prazo superior aos 30 dias. Mas ainda assim, neste momento complicado, podemos entender que garantias de procedência serão em breve uma das formas de preservar o consumo do Feijão brasileiro, tanto aqui como nos países que passam a importar do Brasil.
Fonte: IBRAFE

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