Feijão, por Ibrafe: Empacotadores estão preocupados com as margens
Empacotadores estão preocupados com as margens que estão desaparecendo. Normalmente concordam que um número acima de R$ 200 é interessante, tomando por base preços do ano passado. Mas, ao passar de R$ 300, as coisas se complicam, e muito. O volume de venda obviamente diminui para equilibrar a oferta e a demanda, mas ocorre também que, em um ano complicado como esse, os compradores do varejo se fazem de cegos e surdos e até para marcar hora com o vendedor das marcas. Enquanto isso, por e-mail, enviam solicitação de entregas ao preço anterior. A negociação, se sempre já é difícil, com inflação batendo forte fica um pouco pior. O Feijão-preto voltou a ter negócios entre R$ 310 e até R$ 335. Esteja certo que uma parte importante do Feijão-preto que está chegando no Brasil este ano fez um caminho pouco ortodoxo e muito arriscado dentro da Argentina. Ocorre que a diferença entre câmbio paralelo e oficial está em 100% e assim o produtor quer pagamento, lá no norte do país, em dólar papel. Imagine a dificuldade e o risco de levar dinheiro em malas para comprar Feijão. Esta é apenas uma curiosidade para quem desconhece o quanto está complicado para abastecer o mercado nacional de Feijão-preto, alubia, vermelho e rajado desde aquele país.
0 comentário
Soja fecha semana com portos testando R$ 138/sc, acima da paridade; milho tem pressão mais acentuada
Soja fecha semana com portos testando R$ 138/sc, acima da paridade; milho tem pressão mais acentuada
Santa Catarina avança na preparação do solo para receber próxima safra de arroz
IAC comemora 139 anos com feijão gourmet tolerante ao escurecimento do grão
Chuvas no Paraná limitam colheita do milho e aumentam risco de doenças no trigo
Feijão/Cepea Qualidade dos lotes sustenta valorização