Ibrafe: Novos irrigantes podem ser estraçalhados
O mercado nacional de Feijões pode ser dividido em dois grandes momentos durante o ano. A colheita das safras de sequeiro, entre dezembro até maio, e a safra irrigada que traz o melhor Feijão que se produz no Brasil para o mercado, com uma quantidade importante de produtores profissionais que, até o ano passado, conseguiram impor limite na redução de preços.
Este ano, esse comportamento espontâneo, sem grandes acordos prévios, será testado como nunca. Há sim área maior plantada de Feijão-carioca e há muitos novos produtores que podem, sem informação sobre o mercado, causar pressão sobre os preços.
Como preservar um preço mais próximo de algo encarado como justo?
Indique o IBRAFE para essa pessoa. Para o bem de todos, produtores e empacotadores, evitando baixas desnecessárias, o antídoto é informação correta e RESPONSÁVEL. Precisamos que todos acompanhem passo a passo o mercado. Precisamos blindar a maior parte possível contra a desonesta informação que chega grátis no WhatsApp e outras mídias sociais. Quem não investir para ter boas dicas vai pagar caro, muito caro, de agora até março do ano que vem.
Já sabemos que vão tentar apavorar a manada e estraçalhar os novos. É quando se colhe o primeiro lote no Vale do Araguaia, em Goiás, o estarte desta terceira safra onde estive neste final de semana, avaliando as condições de produção naquela região, e já adianto que o primeiro lote está sendo negociado agora, logo cedo.
Quanto ao mercado da semana passada, os valores oscilaram entre R$ 240 e R$ 290 em Minas Gerais e, no Paraná, entre R$ 230 e R$ 280. No momento, há outro fator que trará enorme impacto para o mercado neste segundo semestre.
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