Uruguai quer recuperar terreno perdido na exportação de carne de frango
Ressaltando que as exportações avícolas do país na década passada ficaram marcadas por um drástico processo de entrada e saída do mercado venezuelano, o Instituto Nacional de Carnes (INAC), do Uruguai, observa que, atualmente, as exportações uruguaias de carne de frango representam menos de 5% do mercado internacional do produto, nível que considera muito baixo “tanto em comparação com os países da região, como em relação a outros produtos cárneos exportados pelo Uruguai”.
Ao mesmo tempo que recomenda que se avalie toda uma série de variáveis responsáveis por essa baixa participação, o INAC sugere os mercados que devem ser considerados prioritários: China, Arábia Saudita e Hong Kong.
“Se o acesso a esses três mercados for obtido, a participação uruguaia ascenderia desde 4% até 36%, mesmo nível registrado por exportadores relevantes como Argentina e Tailândia, cujas vendas no mercado internacional somam centenas de milhões de dólares. Em conclusão, essas três habilitações propiciariam um cenário significativamente superior ao atual”, afirma o INAC.
No final de outubro o Uruguai abriu “a primeira janela” para o mercado chinês ao ver o Governo da Região Administrativa Especial de Macau reconhecer seu sistema de inspeção sanitária. Por ora, a habilitação irá envolver apenas as exportações de carne bovina e ovina. De toda forma, já é uma abertura.
0 comentário
Ovos/Cepea: Média mensal avança apesar de queda no fim de junho
Frango/Cepea: Preço da carne recua em junho
Brasil amplia espaço na exportação de carne suína e precisa manter eficiência, diz diretor da PIC na Suinfair
Suínos/Cepea: Vivo registra menor preço real em SP em quase 20 anos
Lei de desmatamento à EUDR: o que muda para o mercado global de suínos?
Comissões da avicultura gaúcha alinham medidas sanitárias e discutem novas exigências do mercado