Os estoques de cacau da safra principal se acumulam nos armazéns da Costa do Marfim.
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DUEKOUE, Costa do Marfim, 16 de fevereiro (Reuters) - Sacos de grãos de cacau não vendidos estão empilhados quase até o teto no armazém de Sekou Dagnogo, na cidade de Duekoue, no oeste da Costa do Marfim, onde sua cooperativa está com dificuldades para vender para exportadores após a queda nos preços globais do cacau.
Segundo cooperativas, os exportadores têm se recusado a pagar o preço garantido de 2.800 francos CFA (US$ 5,09) por kg na porta da fazenda, estabelecido pelo governo no início da safra 2025/26. Os exportadores afirmam que a queda nos preços globais, que atingiram seus níveis mais baixos em mais de dois anos na semana passada devido à queda na demanda, tornou o cacau do maior produtor mundial muito caro.
SEM OPÇÕES DE PREÇO PARA AGRICULTORES
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