Milho sai de Chicago em recuo enquanto o mercado trabalha com números do USDA melhores

Publicado em 11/10/2017 17:05
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Os investidores resolveram apostar mais para baixo os preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) no pregão desta quarta-feira (11), saindo pouca coisa da moderação dos recuos do dia. A possibilidade de que a colheita americana apresente números melhores – mesmo com pouca garantia quanto ao tamanho do rendimento  – foi a âncora especulativa.

Entre 3,25 e 3,5 pontos foi variação negativa dos quatro contratos abertos, de dezembro (US$ 3,46) a julho (US$ 3,75), passando pelo março (US$ 3,59) e maio (US$ 3,68).

Justin Kelly, da AgYield, viu rendimentos melhores, de até 240 bushel por acre, em áreas próximas dos rios durante as recentes chuvas. Mas ainda há dúvida quanto aos rendimentos esperados nos estados mais importantes do Cinturão do Milho.

Os resultados do WASDE/USDA também podem mostrar algum avanço de área, mas dificilmente a colheita recuperará o atraso sobre nos anteriores.

BM&F Bovespa

Os negócios mostravam avanços em São Paulo, no começo da tarde, parecendo que os contratos iriam fechar no positivo, completando o terceiro dia de alta, encostadas nas exportações e bons preços internos.

Mas a análise da manhã, que mostrava pequena queda por ser véspera de feriado, e depois uma sexta espremida, prevaleceu no fechamento. E o novembro ficou em menos 0,09%/R$ 32,60 e o janeiro em menos 0,15%/R$ 33,25.

Físico

Poucos negócios, todos fora do mercados, com mexida praticamente zero no milho disponível. Somente Londrina e Pato Branco tiveram alta no Paraná, em 2,44%/R$ 21,00 e 2,26%/R$ 22,60.

No Mato Grosso tudo igual a terça-feira.

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Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

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