Milho: Bolsa de Chicago chega ao fim de sexta-feira apresentando alta nos valores

Publicado em 30/11/2018 18:46 e atualizado em 03/12/2018 06:19
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As cotações do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) chegam ao final dessa semana apresentando alta nos preços. Nesta sexta-feira (30) os índices apontavam aumento entre 4,50 e 6,25 pontos por volta das 17h55 (horário de Brasília). O vencimento dezembro/18 era cotado a US$ 3,66 por bushel e o março/19 trabalhava a 3,77 por bushel.

Os mercados reagiram bem com o otimismo com o encontro de Donald Trump e Xi Jinping na cúpula do G20 durante o jantar deste sábado (01). De acordo com analistas do Scotiabank, um acordo deve acontecer, mesmo que seja superficial com a China fazendo apenas as concessões suficientes para permitir que Trump reivindique a vitória. O representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, disse que ficaria surpreso se o jantar entre os presidentes não fosse um sucesso.

Mercado Interno

A sexta-feira registrou algumas altas nos preços do milho em algumas praças brasileiras. Segundo levantamento da equipe do Notícias Agrícolas, a variação foi positiva em 5 pontos na cidade de Campo Novo do Parecis (MT) com preço de R$ 21,00, 3,85 pontos em Rondonópolis (MT) com valor em R$ 27,00, a cidade de Primavera do Leste (MT) subiu 2,27 pontos com o preço em R$ 22,50 e Itiquira (MT) chegou a R$ 25,50 com alta de 2 pontos. A única queda foi registrada em Panambi (RS) com baixa de 1,39 pontos e preço de R$ 34,02.

Dólar

A moeda americana encerrou a sexta-feira com leve baixa de 0,04% e atingiu o valor de 3,8558 reais na venda. No mês, subiu 3,58 por cento e, na semana passada, avançou 0,88 por cento ante o real. Foi a quinta semana consecutiva de valorização. De acordo com informações da Reuters, os investidores evitando tomar qualquer posição enquanto aguardavam o desfecho do encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, no final de semana, com expectativa de que um acordo entre eles alivie as preocupações com o crescimento global.

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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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